Mostra reúne 42 edições históricas de “Dom Quixote” em 20 idiomas
Algumas delas são ilustradas por artistas renomados, como Salvador Dalí e Candido Portinari. Exposição homenageia os 400 anos de morte do escritor Miguel de Cervantes
atualizado
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“Dom Quixote de La Mancha” é o livro com maior número de traduções e publicações em todo o mundo — superado apenas pela “Bíblia”. Publicada pela primeira vez em 1605, a obra bastou para transformar seu autor, o espanhol Miguel de Cervantes (1547-1616), em ícone da literatura mundial.
Uma amostra da repercussão desse romance clássico em todo o mundo poderá ser vista entre 11 e 14 de junho, no Espaço Cultural Instituto Cervantes. A mostra “Quijotes” reúne 42 edições traduzidas da obra em mais de 20 idiomas, ilustradas por artistas como Salvador Dalí e Candido Portinari.
Rosa Sánchez-Cascado assina a curadoria da mostra, que tem edições em espanhol, português, húngaro, alemão, romeno, esloveno, grego e árabe, entre outras línguas. Algumas delas, ilustradas por artistas renomados como o brasileiro Cândido Portinari, o espanhol Salvador Dalí, o francês Gustave Doré e o chileno Roberto Matta.
400 anos de morte de Cervantes
A exposição faz parte das homenagens aos 400 anos de morte de Miguel de Cervantes, que incluem um bate-papo em espanhol sobre o tema “A experiência de vida de Miguel de Cervantes” e a palestra “Miguel de Cervantes e Dom Quixote de La Mancha — Uma novela para o século 21”.
O bate-papo será comandado pela filóloga e coordenadora acadêmica do Instituto Cervantes, Ana Isabel Reguillo, no dia 9/6, às 18h30, na Biblioteca Ángel Crespo, na sede do instituto (707/907 Sul).
A palestra será ministrada pelo embaixador da Espanha no Brasil, Manuel de la Cámara, e o doutor em Filologia pela Universidade de Alcalá, José Manuel Lucia Megías, no auditório da reitoria da UnB, às 14h30 do dia 14/6.
Todas as atividades são abertas ao público, com entrada franca.
