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Cinema

O Anjo Exterminador: festival celebra o melhor do cinema fantástico

Com sessões especiais, oficinas e mostra competitiva, a primeira edição do evento brasiliense reúne filmes brasileiros e internacionais

24/01/2018 05:30, atualizado 24/01/2018 08:50
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O Anjo Exterminador: festival celebra o melhor do cinema fantástico

Uma das fronteiras mais fascinantes da sétima arte é a fantasia. Vislumbres do futuro, releituras do passado, linhas do tempo alternativas ou simples crônicas cotidianas abertas à imaginação. Nem sempre valorizado em premiações e curadorias de eventos, o gênero ganha espaço próprio na capital com O Anjo Exterminador – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília, de 25 a 28 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Com 30 filmes de 15 países, a programação tem como eixo central uma mostra competitiva que premia os melhores curtas e longas nas categorias de júri especial e voto popular. Fora de concurso, quatro filmes clássicos e contemporâneos compõem as sessões especiais.

Entre os que concorrem a troféus (nove longas, 17 curtas), ganham destaque “Era uma Vez Brasília”, do ceilandense Adirley Queirós, e o terror paraibano “O Nó do Diabo”, ambos exibidos e premiados no 50º Festival de Brasília, em 2017. Batizado com o título do clássico surrealista de Luis Buñuel, o festival tem curadoria e produção de Josiane Osório e Ulisses de Freitas.

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Confira 5 filmes para ver em O Anjo Exterminador – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília:

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<b>"A Luz" (1987) – Sessões especiais. Dia 28/1 (domingo), às 20h</b>. Único representante africano no festival, o longa de Souleymane Cissé narra a história de um adolescente com poderes mágicos que enfrenta o pai, um poderoso feiticeiro. Ganhou prêmio do júri e menção especial no Festival de Cannes 1987
<b>"Era uma Vez Brasília" (2017) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 16h</b>. Vencedor dos Candangos de som, direção e fotografia, o mais recente longa de Adirley Queirós ("Branco Sai, Preto Fica") segue a missão de um renegado espacial destacado para matar o ex-presidente Juscelino Kubitschek no dia da inauguração da nova capital. Problemas no percurso fazem com que o aventureiro caia em 2016, ano em que o Brasil vive convulsões políticas com o impeachment de Dilma Rousseff
<b>"A Desumana" (1924) – Sessões especiais. Dia 24 (quarta), às 16h</b>. Obra marcante, mas pouco popular do cinema mudo, o filme do francês Marcel L'Herbier traz ideias de ficção científica para narrar a relação de uma cantora famosa com os homens que a cortejam. Ciro Inácio Marcondes, crítico, professor e colunista do <b>Metrópoles</b>, comenta a exibição
<b>"Deus Local" (2014) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 18h30</b>. Diretor do elogiado "A Casa" (2010), o uruguaio Gustavo Hernández retrata os pesadelos de uma banda composta por três integrantes. Eles usam uma gruta como locação para a gravação de clipes baseados em novas canções, mas acabam despertando forças diabólicas ao chegarem lá
<b>"O Nó do Diabo" (2017) – Mostra competitiva. Dia 26/1 (sexta), às 18h </b>. O Brasil de ontem e hoje em um filme de terror dividido em cinco episódios. Venceu prêmio de melhor ator coadjuvante (Alexandre Sena) no 50º Festival de Brasília
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"O Nó do Diabo" (2017) – Mostra competitiva. Dia 26/1 (sexta), às 18h . O Brasil de ontem e hoje em um filme de terror dividido em cinco episódios. Venceu prêmio de melhor ator coadjuvante (Alexandre Sena) no 50º Festival de Brasília

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<b>"A Luz" (1987) – Sessões especiais. Dia 28/1 (domingo), às 20h</b>. Único representante africano no festival, o longa de Souleymane Cissé narra a história de um adolescente com poderes mágicos que enfrenta o pai, um poderoso feiticeiro. Ganhou prêmio do júri e menção especial no Festival de Cannes 1987
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"A Luz" (1987) – Sessões especiais. Dia 28/1 (domingo), às 20h. Único representante africano no festival, o longa de Souleymane Cissé narra a história de um adolescente com poderes mágicos que enfrenta o pai, um poderoso feiticeiro. Ganhou prêmio do júri e menção especial no Festival de Cannes 1987

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<b>"Era uma Vez Brasília" (2017) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 16h</b>. Vencedor dos Candangos de som, direção e fotografia, o mais recente longa de Adirley Queirós ("Branco Sai, Preto Fica") segue a missão de um renegado espacial destacado para matar o ex-presidente Juscelino Kubitschek no dia da inauguração da nova capital. Problemas no percurso fazem com que o aventureiro caia em 2016, ano em que o Brasil vive convulsões políticas com o impeachment de Dilma Rousseff
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"Era uma Vez Brasília" (2017) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 16h. Vencedor dos Candangos de som, direção e fotografia, o mais recente longa de Adirley Queirós ("Branco Sai, Preto Fica") segue a missão de um renegado espacial destacado para matar o ex-presidente Juscelino Kubitschek no dia da inauguração da nova capital. Problemas no percurso fazem com que o aventureiro caia em 2016, ano em que o Brasil vive convulsões políticas com o impeachment de Dilma Rousseff

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<b>"A Desumana" (1924) – Sessões especiais. Dia 24 (quarta), às 16h</b>. Obra marcante, mas pouco popular do cinema mudo, o filme do francês Marcel L'Herbier traz ideias de ficção científica para narrar a relação de uma cantora famosa com os homens que a cortejam. Ciro Inácio Marcondes, crítico, professor e colunista do <b>Metrópoles</b>, comenta a exibição
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"A Desumana" (1924) – Sessões especiais. Dia 24 (quarta), às 16h. Obra marcante, mas pouco popular do cinema mudo, o filme do francês Marcel L'Herbier traz ideias de ficção científica para narrar a relação de uma cantora famosa com os homens que a cortejam. Ciro Inácio Marcondes, crítico, professor e colunista do Metrópoles, comenta a exibição

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<b>"Deus Local" (2014) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 18h30</b>. Diretor do elogiado "A Casa" (2010), o uruguaio Gustavo Hernández retrata os pesadelos de uma banda composta por três integrantes. Eles usam uma gruta como locação para a gravação de clipes baseados em novas canções, mas acabam despertando forças diabólicas ao chegarem lá
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"Deus Local" (2014) – Mostra competitiva. Dia 27/1 (sábado), às 18h30. Diretor do elogiado "A Casa" (2010), o uruguaio Gustavo Hernández retrata os pesadelos de uma banda composta por três integrantes. Eles usam uma gruta como locação para a gravação de clipes baseados em novas canções, mas acabam despertando forças diabólicas ao chegarem lá

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O Anjo Exterminador – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília
De 25 a 28 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB (Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Lote 22, 61 3108-7600). Entrada franca mediante retirada de ingressos na bilheteria uma hora antes das sessões. Programação completa. A classificação indicativa varia de acordo com os filmes.