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Em meio à corrida de O Agente Secreto rumo ao Oscar, a produtora Lucy Barreto fez um alerta direto: o cinema brasileiro não é financiado com dinheiro público. Ela rebateu comentários que atribuíram ao filme dirigido por Kleber Mendonça Filho um suposto aporte de R$ 7,5 milhões do orçamento público.
“Isso não foi dinheiro público. O cinema brasileiro não é alimentado com dinheiro público, é alimentado pelo próprio cinema. É uma contribuição criada ainda no governo Geisel, pelo (economista e ex-assessor do Ministério da Fazenda) João Paulo do Reis Veloso. Nada sai do orçamento do público”, afirma Lucy.
Leia a entrevista exclusiva e a reportagem completa no New Mag, parceiro do Metrópoles.
