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FilmStruck é um streaming bem diferente da Netflix, a mais popular mídia por demanda no planeta. Criado pelo canal a cabo americano TCM (Turner Classic Movies), o serviço exibe somente filmes clássicos, raridades, títulos independentes e exemplares de cinema de arte.

Ou seja: é uma alternativa cult e cinéfila para quem deseja explorar acervos específicos de autores, épocas e cinematografias nacionais. Começou a funcionar em outubro e já concentra centenas de títulos.

O catálogo reúne obras de mestres como John Ford, Jean-Luc Godard, Michelangelo Antonioni (“Blow-up”, foto no alto) e contemporâneos cultuados como Lucrecia Martel, Chantal Akerman e Edward Yang.

Um dos diferenciais é a autenticidade do acervo. O FilmStruck tornou-se o veículo de streaming exclusivo da Criterion Collection, a cultuada distribuidora que lança edições de luxo e restauradas de clássicos e raridades. Quem já topou com discos da Criterion em livrarias ou lojas online sabe o quanto os produtos são charmosos, mas importados e caros.

Por enquanto, o serviço só está disponível nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento oficial no Brasil. Aqui, só é possível acessar o FilmStruck por meio de gambiarras de IP.

Não chega a ser pirataria, pois o usuário precisa decidir entre três tipos de assinatura e escolher formas de pagamento. São três planos: mensais a US$ 6,99 e US$ 10,99 (com acesso ao acervo Criterion) e um anual a US$ 99.

 

 

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