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Cinema

Em entrevista, diretor Marcus Baldini fala sobre Uma Quase Dupla

Estrelada por Tatá Werneck e Cauã Reymond, comédia policial acompanha dois agentes de personalidades distintas investigando um serial killer

24/07/2018 05:30
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Serendipity Inc./Divulgação
Em entrevista, diretor Marcus Baldini fala sobre Uma Quase Dupla

Rara comédia policial brasileira, Uma Quase Dupla traz Tatá Werneck e Cauã Reymond nos papéis de agentes distintos. Ela, Keyla, é nervosa e marrenta. Acaba de chegar do Rio de Janeiro para ajudar as autoridades da pequena Joinlândia a capturar um assassino em série. Mas a bad cop terá que trabalhar com o inexperiente Cláudio, sujeito boa-pinta e educado com todo mundo, um clássico good cop.

Marcus Baldini (Bruna Surfistinha), diretor do longa, conta em entrevista ao Metrópoles um pouco sobre como foi manter o filme sempre aberto ao acaso durante as gravações. O planejamento foi fundamental. “A Tatá trabalha muito na questão do improviso. Ela participou da escrita do roteiro”, conta.

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Claudio (Cauã Reymond) e Keyla (Tatá Werneck) em ação
Claudio e Keyla investigam assassinatos cometidos por um serial killer na cidade interiorana de Joinlândia
Ela é experiente e veio do Rio de Janeiro. Ele, novato e tentando se afirmar como detetive
Pôster de Uma Quase Dupla
O diretor Marcus Baldini entre os atores Cauã Reymond e Tatá Werneck
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O diretor Marcus Baldini entre os atores Cauã Reymond e Tatá Werneck

Reprodução/Instagram
Claudio (Cauã Reymond) e Keyla (Tatá Werneck) em ação
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Claudio (Cauã Reymond) e Keyla (Tatá Werneck) em ação

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Claudio e Keyla investigam assassinatos cometidos por um serial killer na cidade interiorana de Joinlândia
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Claudio e Keyla investigam assassinatos cometidos por um serial killer na cidade interiorana de Joinlândia

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Ela é experiente e veio do Rio de Janeiro. Ele, novato e tentando se afirmar como detetive
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Ela é experiente e veio do Rio de Janeiro. Ele, novato e tentando se afirmar como detetive

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Pôster de Uma Quase Dupla
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Pôster de Uma Quase Dupla

Paris Filmes/Divulgação

“Essa questão de combinar o que improvisar e como incorporar isso foi um desafio. Resolvemos conversando muito e compactuando antes”, explica o cineasta, que entrou no set com o projeto já pronto. “Já existia com Tatá e Cauã”, diz.

“Me interessei por misturar suspense com assassinatos, filme policial e comédia com dois atores tão diferentes. Equilibrar isso é uma coisa complicada de se fazer”, avalia o paulistano.

O farto elenco de coadjuvantes, que conta com nomes como Daniel Furlan, Caito Mainier (ambos do Choque de Cultura), Ary França, Pedroca Monteiro, Alejandro Claveaux e George Sauma, também ajudou o diretor na composição da trama.

“Tentei fazer com que cada um parecesse um suspeito”, revela. “Às vezes, era mais atuação do que necessariamente roteiro. Todo mundo tem sua cena e acaba sendo um colorido muito legal”, acredita.

Boa parte da história mostra os dois se provocando, como no seriado A Gata e o Rato. A dupla tem provocação mútua

Marcus Baldini, diretor

Após Uma Quase Dupla, Baldini, de 43 anos, já começa a pensar no próximo projeto, ainda sem título definido: um thriller político estrelado por Jesuíta Barbosa, ator visto recentemente na supersérie da Globo Onde Nascem os Fortes, e nos filmes Malasartes e O Grande Circo Místico. Começa a ser filmado no início do ano que vem e só deve chegar aos cinemas entre o fim de 2019 e os primeiros meses de 2020.