Dark Horse: compare atores aos membros da família Bolsonaro. Veja fotos
Produção estrelada por Jim Caviezel virou alvo de debate após revelação sobre suposto aporte de R$ 61 milhões
atualizado
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Dark Horse, filme sobre a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018, ganhou repercussão após o The Intercept Brasil revelar um suposto aporte de R$ 61 milhões de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o projeto. O longa está em pós-produção e escalou atores brasileiros e estrageiros para viver a família Bolsonaro.
Veja fotos do elenco e compare:
A produção promete retratar os bastidores da corrida eleitoral de 2018 e escalou Jim Caviezel para viver o ex-presidente Jair Bolsonaro. Já Camille Guaty interpretará a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Os filhos mais velhos do ex-presidente também aparecem na trama. Marcus Ornellas viverá o senador Flávio Bolsonaro, enquanto Edward Finlay interpretará o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. Já Sergio Barreto será Carlos Bolsonaro.
Caviezel, protagonista do projeto, ficou mundialmente conhecido ao interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo (2004). Nos últimos anos, o ator também ganhou notoriedade por declarações antivacina e pelo alinhamento a teorias conspiratórias.
Financiamento de Vorcaro
Segundo o Intercept Brasil, os recursos para o filme teriam sido solicitados por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro. A reportagem afirma que pelo menos R$ 61 milhões foram pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações financeiras ligadas ao projeto. A negociação, contudo, previa um repasse total de R$ 134 milhões.
Confira imagens do filme:
Parte do dinheiro teria sido transferida pela Entre Investimentos e Participações para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro, segundo a publicação.
Diálogos divulgados pelo site mostram Flávio Bolsonaro e Vorcaro discutindo o andamento da produção e preocupações com atrasos nos pagamentos.
Em um dos áudios revelados, o senador menciona o risco de “dar calote” em nomes envolvidos no filme, como Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh.
“Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel, num Cyrus, os caras, pô, renomadíssimos do cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim”, diz Flávio no material divulgado pelo Intercept.



































