Dan Stulbach fala sobre força do cinema nacional com O Agente Secreto
Estrelado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto venceu dois Globos de Ouro e disputa indicações ao Oscar

O sucesso internacional de O Agente Secreto reacendeu o debate sobre a força do cinema brasileiro. Estrelado por Wagner Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa venceu dois Globos de Ouro nesse domingo (11/1) e fortaleceu a projeção internacional do filme. Em entrevista ao Metrópoles, o ator Dan Stulbach avaliou o atual cenário com entusiasmo e lembrou que o Brasil vem de uma sequência rara de conquistas.
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Em 2025, Ainda Estou Aqui venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional e garantiu a indicação de Fernanda Torres ao prêmio de Melhor Atriz. Agora, O Agente Secreto integra a pré-lista do Oscar 2026 e surge como um dos nomes fortes para figurar entre os indicados oficiais, que serão anunciados no dia 22 de janeiro.
“O mundo inteiro quer essa visibilidade que o Brasil está tendo. É só olhar na história quantos países emendam dois filmes seguidos com tanta projeção. Muito poucos, que não sejam de língua inglesa. Então, Eu acho que é um um grande feito do cinema brasileiro”, opinou.
No Globo de Ouro, O Agente Secreto venceu como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e garantiu a Wagner Moura o prêmio de Melhor Ator em Filme de Drama, tornando-o o primeiro brasileiro a conquistar a categoria. Feito parecido foi alcançado em 2025 por Fernanda Torres na categoria feminina, quando ela venceu como Melhor Atriz em Filme de Drama por Ainda Estou Aqui.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesStulbach celebrou o interesse internacional pelas narrativas brasileiras, mas ressaltou a importância do público brasileiro valorizar essas produções.
“Você vê o cinema com Ainda Estou Aqui e, agora, com O Agente Secreto, por exemplo, dois anos seguidos tendo acesso ao mundo. O mundo se interessando pelas nossas histórias. Então acho que esse investimento de fora, esse jogo de fora já está começando a existir, que a gente tenha esse olhar aqui dentro também”, declarou.
No filme, Wagner Moura interpreta um professor de tecnologia que foge da repressão da ditadura militar e se muda de volta para Recife em 1977, em busca de um novo começo. O retorno à capital pernambucana, porém, se mostra perigoso e cercado de ameaças.
















