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Cinema

Cinco motivos para ver Wasp Network: Rede de Espiões, novo hit da Netflix

O novo longa do serviço de streaming traz uma nova leitura do mundo da espionagem: menos ação e mais estratégia

Luiz Prisco23/06/2020 15:33, atualizado 23/06/2020 15:50
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Netflix/Divulgação
Wasp Network: Rede de Espiões

Fernando Morais lançou, em 2011, o livro Os Últimos Soldados da Guerra Fria: nove anos depois, a publicação serviu de base para Wasp Network: Rede de Espiões.

O longa, que estrou na última sexta (19/06), é um dos candidatos a hit da plataforma de streaming. A trama conta a história de agentes cubanos infiltrados nos Estados Unidos e mistura tensão, drama e política.

O elenco recheado, que conta com Wagner Moura, Édgar Ramírez, Penélope Cruz, Ana de Armas e Gael García Bernal.

Ainda está em dúvida? O Metrópoles listou cinco motivos para assistir a Wasp Network: Rede de Espiões.

Confira:

Cinco motivos para ver Wasp Network: Rede de Espiões, novo hit da Netflix - destaque galeria
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<b>Espionagem real:</b> no filme, os agente cubanos nos Estados Unidos não são 007 ou supersoldados, tratam-se de pessoas treinadas para se infiltrar
<b>Vida real:</b> seguindo essa linha, o longa não aborda sequências de ação, trata da adaptação dos agentes ao cotidiano da vida na América
<b>Viradas de roteiro:</b> Wasp tem a habilidade de promover mudanças de roteiro que mantêm o espectador preso. As revelações da história vão chegando em momentos-chaves
Em Wasp Network: Rede de Espiões, Wagner interpreta um homem cubano
<b>Política Internacional:</b> em Wasp, o panorama das relações internacionais entre Estados Unidos e Cuba é tratado por meio dos personagens, sem didatismo e com agilidade
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Política Internacional: em Wasp, o panorama das relações internacionais entre Estados Unidos e Cuba é tratado por meio dos personagens, sem didatismo e com agilidade

Netflix/Divulgação
<b>Espionagem real:</b> no filme, os agente cubanos nos Estados Unidos não são 007 ou supersoldados, tratam-se de pessoas treinadas para se infiltrar
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Espionagem real: no filme, os agente cubanos nos Estados Unidos não são 007 ou supersoldados, tratam-se de pessoas treinadas para se infiltrar

Netflix/Divulgação
<b>Vida real:</b> seguindo essa linha, o longa não aborda sequências de ação, trata da adaptação dos agentes ao cotidiano da vida na América
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Vida real: seguindo essa linha, o longa não aborda sequências de ação, trata da adaptação dos agentes ao cotidiano da vida na América

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<b>Viradas de roteiro:</b> Wasp tem a habilidade de promover mudanças de roteiro que mantêm o espectador preso. As revelações da história vão chegando em momentos-chaves
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Viradas de roteiro: Wasp tem a habilidade de promover mudanças de roteiro que mantêm o espectador preso. As revelações da história vão chegando em momentos-chaves

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Em Wasp Network: Rede de Espiões, Wagner interpreta um homem cubano
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Em Wasp Network: Rede de Espiões, Wagner interpreta um homem cubano

Netflix/Divulgação