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Alie o gosto por estudar a uma sensibilidade apurada. Acrescente a isso doses de ousadia, coragem e obstinação. O resultado é o de uma realizadora múltipla e aguerrida. Assim é Carla Camurati. Quando iluminava a tela da TV em idos dos anos 1980, em novelas como Livre Para Voar e Fera Radical, ela certamente intuía que tinha muito mais a mostrar como artista. E, na década seguinte, lá foi ela para detrás das câmeras e, com isso, ajudou com seu Carlota Joaquina a reerguer no país a então combalida indústria cinematográfica.
Comprometida com o que abraça, não se intimidou diante de novos desafios como o de gerir um dos mais tradicionais teatros do país ou mesmo o de envolver-se na realização das Olimpíadas de 2016 no Brasil. “Quando tenho de realizar algo, sou impelida a fazer”, reconhece Carla, por telefone, ao NEW MAG. E dá uma prova disso em sua mais nova incursão pelo cinema. Em Raízes do Sagrado Feminino, ela fala do papel da mulher sob o prisma de religiões consolidadas a partir de escrituras sagradas.
Leia a entrevista completa no NEW MAG, parceiro do Metrópoles.