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Distrito Federal

Vizinhos não ouviram barulho de tiro que atingiu criança em Águas Claras

Polícia Civil voltou ao local para tentar identificar a origem da bala. Menina passou por exames no IML nesta sexta

26/06/2020 12:01, atualizado 26/06/2020 18:07
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Matheus Garzon/Especial para o Metrópoles
PCDF investiga bala perdida em Águas Claras

Policiais civis da 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga) voltaram, nesta sexta-feira (26/06), ao condomínio Via Majestic para tentar colher mais informações sobre o projétil que atingiu uma menina de 10 anos na quinta (25/06).

Apesar de a perícia já ter sido realizada, agentes da Seção de Investigação de Crimes Violentos (Sic Vio) estiveram novamente na quadra de esportes onde a bala foi encontrada para tentar entender de onde o tiro pode ter saído. Nesta sexta, ela passou por exames no Instituto Médico Legal (IML).

Entre os moradores do prédio, a dúvida é a mesma. Otonildo Romério Santos, 49 anos, mora no 28° andar do condomínio virado para a quadra e disse que não ouviu nada. “Eu estava em casa com a janela fechada, mas não chegou para mim barulho”, conta.

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Apesar de a perícia já ter sido feita, policiais voltaram nesta sexta ao local
Policiais analisam local para saber de onde saiu o tiro
Vizinhos disseram não ter ouvido barulho do tiro
Cápsula de projétil que atingiu menina em Águas Claras
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Cápsula de projétil que atingiu menina em Águas Claras

Arquivo pessoal
Apesar de a perícia já ter sido feita, policiais voltaram nesta sexta ao local
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Apesar de a perícia já ter sido feita, policiais voltaram nesta sexta ao local

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Policiais analisam local para saber de onde saiu o tiro
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Policiais analisam local para saber de onde saiu o tiro

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Vizinhos disseram não ter ouvido barulho do tiro
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Vizinhos disseram não ter ouvido barulho do tiro

Matheus Garzon/Especial para o Metrópoles

Segundo ele, a informação do tiro só chegou depois que a massagista da esposa chegou ao apartamento e contou a movimentação embaixo do prédio.

Outra moradora, que preferiu não se identificar, também diz não ter ouvido qualquer coisa. Também com vista para a quadra de esportes, ela afirma que tudo foi normal durante a manhã. “Fiquei sabendo bem depois. Muito estranho, pois eu estou perto de onde aconteceu e não vi nenhuma movimentação”, diz.

Na padaria de frente ao prédio, as atendentes também relataram que a manhã não teve nenhum barulho de anormal. Procurado, o síndico preferiu não se pronunciar.

A criança teve o braço atingido de raspão pelo projétil de uma pistola, que caiu no chão próximo a ela, ainda incandescente. Em entrevista ao Metrópoles, ainda na quinta, o pai da menina, o servidor público Rogers Gonçalves Velloso, 46 anos, contou que estava dentro do condomínio onde mora, na quadra de esportes coberta, acompanhando a filha. Ela andava de patinete.

“Com a quarentena, a administração do prédio destinou horários para que moradores de cada apartamento possam reservar a quadra e descer com as crianças. Isso ocorreu por volta de 10h30”, explicou.

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