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O viaduto que despencou no Eixão Sul em 6 de fevereiro não será implodido. Dessa forma, os pilares serão reaproveitados na reconstrução da estrutura. A informação foi divulgada na tarde desta sexta-feira (2/3), pelo diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), Márcio Buzar.

Segundo Buzar, a água foi o maior fator de corrosão do elevado. Por isso, as fissuras existentes no local serão fechadas.

 

As medidas foram anunciadas após duas horas de reunião do grupo de trabalho criado a fim de propor soluções para a recuperação do viaduto. A equipe tem integrantes da Casa Civil, Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, Defesa Civil, DER-DF, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e Universidade de Brasília (UnB).

Nos próximos dias, será elaborado um projeto. A ideia é, na semana que vem, definir o valor da obra e lançar licitação para o serviço. “Será uma licitação rápida. Pretendemos começar as obras em dois meses”, afirmou Buzar.

De acordo como diretor-geral do DER-DF, toda a fundação do viaduto será aproveitada – o que inclui os blocos formados por oito pilares. O asfalto também será substituído. “Quanto à laje, será necessário analisar se os tabuleiros poderão ser recuperados. Um estudo vai avaliar se sai mais barato reaproveitar ou trocar essas estruturas”, disse Márcio Buzar.