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Distrito Federal

Velório de motorista de app assassinada no Cruzeiro será neste sábado

Despedida de Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão, motorista de aplicativo assassinada durante corrida, será neste sábado, em Valparaíso (GO)

01/03/2025 12:33, atualizado 01/03/2025 14:14
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Reprodução/redes sociais
Velório de motorista de app assassinada no Cruzeiro será neste sábado

Marcado para 15h30, o velório de Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão (foto em destaque), 49 anos, será neste sábado (1º/3), no Cemitério Jardim Metropolitano, em Valparaíso (GO). Após a cerimônia, o corpo dela será cremado, às 17h30. A motorista de aplicativo morreu após ser estrangulada com náilon e levar uma facada no Cruzeiro Velho, durante uma corrida nessa quarta-feira (26/2).

Natural de Cristalina (GO), Ana Rosa morava em Valparaíso, no Entorno do Distrito Federal, e trabalhava como motorista de aplicativo desde a pandemia, quando perdeu o emprego em uma empresa terceirizada que prestava serviços na Esplanada dos Ministérios. Ela deixa o marido e dois filhos, de 23 e 14 anos.

Veja imagens da vítima:

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Motorista de aplicativo foi assassinada no Cruzeiro Velho
Ela morava em Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal
Ana Rosa tinha 49 anos
Crime ocorreu por volta das 12h15 de quarta-feira (26/2)
Ana Rosa trabalhava como motorista de aplicativo
Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão, 49 anos, morreu em 26 de fevereiro, no Cruzeiro Velho. Ela foi estrangulada e esfaqueada pelo ex-pastor Antônio Ailton da Silva, 43 anos
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Ana Rosa Rodolfo de Queiroz Brandão, 49 anos, morreu em 26 de fevereiro, no Cruzeiro Velho. Ela foi estrangulada e esfaqueada pelo ex-pastor Antônio Ailton da Silva, 43 anos

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Motorista de aplicativo foi assassinada no Cruzeiro Velho
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Motorista de aplicativo foi assassinada no Cruzeiro Velho

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Ela morava em Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal
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Ela morava em Valparaíso (GO), no Entorno do Distrito Federal

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Ana Rosa tinha 49 anos
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Ana Rosa tinha 49 anos

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Crime ocorreu por volta das 12h15 de quarta-feira (26/2)
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Crime ocorreu por volta das 12h15 de quarta-feira (26/2)

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Ana Rosa trabalhava como motorista de aplicativo
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Ana Rosa trabalhava como motorista de aplicativo

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As investigações revelaram que o passageiro Antonio Ailton da Silva, que se apresentava como pastor, encontrou Ana Rosa na Rodoviária do Plano Piloto e solicitou uma corrida informal até Valparaíso, por R$ 35. A vítima teria aceitado, porque morava no município e aproveitaria para encerrar o dia de trabalho.

Durante o trajeto, o criminoso atacou a vítima, o carro dela bateu na altura da Quadra 4 do Cruzeiro Velho, e Ana Rosa não resistiu. A motorista chegou a ligar para o marido, pediu socorro e disse estar morrendo, segundo depoimento obtido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

O Corpo de Bombeiros (CBMDF) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foram acionados para o local do crime, mas a vítima morreu. Antonio Ailton tentou fugir, mas acabou preso pouco depois, na Quadra 504 do Sudoeste.

Testemunhas perceberam que ele estava com uma pasta na mão e, até o momento, não há informações sobre o que ele guardava. Contudo, o item seria dele, segundo as investigações.

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Vítima era motorista de aplicativo
Filho mais novo da motorista chegou ao local do crime em estado de choque
Polícia Militar prendeu suspeito no Sudoeste
Condutora que morreu após assalto tinha 49 anos
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Condutora que morreu após assalto tinha 49 anos

Reprodução
Vítima era motorista de aplicativo
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Vítima era motorista de aplicativo

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Filho mais novo da motorista chegou ao local do crime em estado de choque
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Filho mais novo da motorista chegou ao local do crime em estado de choque

Imagem cedida ao Metrópoles
Polícia Militar prendeu suspeito no Sudoeste
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Polícia Militar prendeu suspeito no Sudoeste

Imagem cedida ao Metrópoles

Inicialmente, o caso foi tratado como latrocínio – roubo seguido de morte. Porém, o delegado-chefe da 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro Velho), Victor Dan, afirmou durante entrevista coletiva, nessa quinta-feira (27/2), haver “grande possibilidade de reclassificação do crime para feminicídio”, pois Antonio Ailton não levou qualquer objeto de Ana Rosa consigo.

Na mudança da linha de investigação, também é considerado o fato de o autor ter tentado matar a ex-companheira e a amiga dela um dia antes.

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