Veja onde abastecer mais barato no DF após novo reajuste de preço

Autorizado na quinta-feira, o aumento impacta valores de postos no Distrito Federal. Alguns ainda cobram R$ 5,89 pelo litro da gasolina

atualizado 13/08/2021 15:43

posto de gasolinaHugo Barreto/Metrópoles

O preço da gasolina nos postos de combustíveis do Distrito Federal começou a subir, já na quinta-feira (12/8), após reajuste autorizado nas refinarias. Com o valor médio do litro aumentado de R$ 2,69 para R$ 2,78, alguns estabelecimentos reajustaram os valores nesta sexta-feira (13/8).

Segundo Paulo Tavares, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis), cada posto decide se repassa ou não ao consumidor o novo valor. “Cada um tem sua planilha de custo e de venda”, explica.

Anunciado na quarta-feira (11/8) pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o reajuste é de, aproximadamente, 3,5%. O preço é referente à mistura obrigatória de 73% de gasolina e de 27% de etanol anidro.

O menor preço do litro de gasolina encontrado pela reportagem no DF foi de R$ 5,89, no posto Nenen’s de Taguatinga.

Em Sobradinho, o posto Petrobras teve um acréscimo de dois centavos, passando a cobrar R$ 6,399 pela gasolina comum. O Posto Planaltina ainda não repassou o valor do ajuste e segue com os mesmos preços de quarta-feira: R$ 6,29.

Confira a tabela com o preço de outros postos no DF:

Este é o segundo aumento no preço da gasolina na gestão Joaquim Silva e Luna. O general da reserva assumiu a presidência da petroleira em abril. Neste ano, houve nove reajustes no preço aplicado pela Petrobras.

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De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina comum no DF, na semana de 1º a 7 de agosto, era de R$ 6,303.

O repasse do reajuste da gasolina aos consumidores depende de impostos, margens de distribuição e revenda, além de misturas de biocombustíveis. Segundo dados da ANP, o preço praticado pela Petrobras corresponde a cerca de um terço do preço nas bombas.

“Importante reforçar o posicionamento da Petrobras, que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais. Nossos preços seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”, informou a Petrobras, em nota.

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