Veja o vídeo do momento da prisão da ex-capa da Playboy Pâmela Pantera
Ela é suspeita de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo que atuam na capital federal

A Polícia Civil do Espírito Santo prendeu, nesta terça-feira (21/7), a garota de programa Flávia Tamayo, mais conhecida como Pâmela Pantera. O Metrópoles teve acesso às imagens, que mostram a acusada entrando por volta das 2h em um hotel da orla da capital capixaba. Ela carrega várias sacolas e é seguida por dois agentes à paisana.
Na recepção do estabelecimento, na frente de outros clientes, Flávia é abordada e conduzida para a área externa. A prisão foi decretada pelo juízo da 1ª Vara de Entorpecentes do DF.
Assista:
Pâmela Pantera é suspeita de fazer parte de uma organização criminosa composta por garotas de programa de luxo que atuam na capital federal.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFO bando era especializado em realizar a venda e distribuição de entorpecentes, principalmente drogas sintéticas e cocaína, a clientes de alto poder aquisitivo do Distrito Federal.
Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, e estrela de filmes eróticos da franquia Brasileirinhas, a mulher oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticado sempre eram acompanhados de carreiras de pó.
Prisão
A ação da PCES deu continuidade à Operação Rede, realizada em junho, quando mais de 200 policiais do DF cumpriram 37 mandados de busca e apreensão e prisão.
De acordo com a Polícia Civil, logo após ser dada voz de prisão, a mulher tentou chamar a atenção de clientes do hotel, fazendo um escândalo. A corporação detalha que, aos berros, Flávia tentou tirar a própria roupa, sendo impedida pelos agentes que atuavam na apreensão.
Com a jovem, foi apreendida pequena quantidade de droga para consumo próprio, uma quantia não divulgada de dinheiro em espécie e um celular. Após ser lavrado Termo Circunstanciado, a suspeita foi encaminhada ao sistema penitenciário capixaba, onde permanece à disposição da Justiça brasiliense.
Operação Rede
As investigações que embasaram a operação coordenada pela PCDF duraram dois anos. Durante a ação deflagrada em junho, policiais da 5ª DP apreenderam grande quantidade de cocaína, lança-perfume, além de arma de fogo e munições. As mulheres negociavam programas sexuais regados a pó para uma clientela seleta.
De acordo com investigações da 5ª DP, não há conexão entre os núcleos criminosos, mas todos exercem funções parecidas: a distribuição dos entorpecentes para traficantes menores e usuários que ficam na ponta do esquema.
À época, no DF, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Águas Claras, Candangolândia, Setor Hoteleiro Norte, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Planaltina, Brazlândia, Lago Norte e Goiânia (GO). Entre os alvos da operação, havia um terceiro grupo, especializado na distribuição de drogas na região central de Brasília. Os criminosos adotaram o sistema delivery, fazendo a entrega nas mãos dos usuários.































