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O próximo domingo (8/4) pode ser decisivo para os metroviários. Dia marcado uma assembleia geral extraordinária com indicativo de greve, às 20h, na Praça do Relógio, em Taguatinga. Na última vez em que decidiram paralisar as atividades, os profissionais ficaram de braços cruzados por 40 dias, no fim do ano passado.

As principais reivindicações da categoria são reajuste e participação dos empregados no Conselho de Administração do Metrô-DF, segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do DF (SindMetrô-DF), Leandro Santos. Ele detalha que os servidores estão há quatro anos sem recomposição salarial.

As condições de trabalho não são favoráveis. A categoria está se sentindo pressionada”, revela. De acordo com o sindicalista, na última quinta-feira (29/3), o Metrô-DF ainda fechou as portas para negociações da data-base deste ano. 

O outro lado
Nesta semana, representantes dos trabalhadores e da empresa tiveram audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Em nota, o Metrô-DF informa que aguarda a publicação do acórdão pela Corte, no Diário da Justiça, para cumprir as decisões demandadas pelo órgão.

“Todas as negociações que envolvam gasto financeiro estão vinculadas a essa decisão. O Metrô permanece negociando com o sindicato e é sensível às demandas que não envolvam pleitos judicializados”, destacou a Companhia do Metropolitano.

 

 

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