Resistência. Depois de professores, servidores da Saúde também decidem manter greve por reajuste

Categoria alega que não recebeu formalmente a proposta do GDF para pagar aumentos em outubro do ano que vem. Já os docentes recusaram o pagamento em 2016

atualizado

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1 de 1 Sindsaúde/Divulgação - Foto: Sindsaúde/Divulgação

Os servidores da Saúde do Distrito Federal vão manter a greve, iniciada em 8 de outubro. Mesmo com as ações judiciais que decretaram a paralisação ilegal, a categoria decidiu, em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (23/10), não retornar ao trabalho. “Não podemos decidir sobre um calendário que não nos foi entregue”, afirmou a presidente do sindicato, Marli Rodrigues. Mais cedo, os professores também votaram pela continuidade do movimento grevista.

O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) anunciou durante a manhã que só pagará a terceira parcela do reajuste concedido a 32 categorias a partir de 1º de outubro do ano que vem. O aumento deveria ter sido quitado no 5º dia útil deste mês, mas virá somente um ano depois, sem retroativo.

Já os professores iniciaram a paralisação no dia 15 e recusaram a proposta do governo. “É um desrespeito com o plano de carreira da categoria”, disse o diretor do Sinpro Washington Dourado. A próxima assembleia do Sinpro será na terça-feira. Os servidores da Saúde voltam a se reunir na segunda (26).

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