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Servidor

Comissionados do GDF e servidores insatisfeitos com atual gestão entram em conflito

Faixa foi arrancada das mãos de sindicalistas, que protestavam na abertura da XI Conferência Distrital de Assistência Social

14/10/2015 18:04, atualizado 14/10/2015 23:31
Reprodução
Comissionados do GDF e servidores insatisfeitos com atual gestão entram em conflito

Comissionados do Governo do Distrito Federal arrancaram uma faixa das mãos de servidores efetivos durante uma manifestação, na noite de terça-feira (13/10). Uma gravação mostra o momento em que ocorreu a confusão.

Integrantes do Sindicato dos Servidores e Empregados da Assistência Social e Cultural do GDF (Sindsasc) promoviam ato em frente ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, onde ocorria a abertura da XI Conferência Distrital de Assistência Social.

Enquanto o secretário de Desenvolvimento Humano e Social (Sedhs), Marcos Pacco, falava aos participantes do evento, sindicalistas entraram no auditório com uma faixa de protesto. Foi a senha para o tumulto.

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Segundo a assessoria de comunicação da Sedhs, existia um acordo com os manifestantes de que não haveria atos hostis dentro do auditório no qual ocorria a conferência. Em função do descumprimento do acordo, um grupo de comissionados, contrários ao protesto, tentou impedir a colocação do banner.

Desculpas
Para acalmar os ânimos, o secretário Marcos Pacco intercedeu a favor dos manifestantes, exigiu a devolução da faixa e pediu desculpas. Em nota, no entanto, o sindicato afirmou que “por mais que pareça ser um gesto de bom senso e sensibilidade, é o mínimo que deveria ser feito por uma autoridade ante um constrangimento desses”. O presidente do Sindsasc, Clayton Avelar, acrescentou que se tratava de um ato pacífico. “Não precisava daquela confusão. Era apenas uma faixa.”

Greve
O Sindsasc está em estado de greve desde 9 de outubro. O ato de terça-feira era por melhores condições de trabalho na área de atendimento social, uma das exigências dos servidores públicos da assistência social. A categoria também reivindica o pagamento do reajuste salarial aprovado em 2013 e suspenso este ano.