Senador cita morte de preso do 8/1 na Papuda e faz alerta sobre Bolsonaro

O senador Izalci comparou a transferência de Bolsonaro a Papudinha, pelo estado de saúde, à de Clezão, que morreu na Papuda em 2024

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Senador Izalci Lucas participou da vigília realizada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro Metropoles 1
1 de 1 Senador Izalci Lucas participou da vigília realizada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro Metropoles 1 - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O senador Izalci Lucas (PL-DF) se manifestou nas redes sociais após a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a Papudinha, que ocorreu nesta quinta-feira (15/1).

O político comparou a transferência de Bolsonaro, pelo estado de saúde atual, com o de Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, preso pelo atos antidemocráticos de 8/1, e que faleceu no Complexo Penitenciário da Papuda em novembro de 2023.

 

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Na manifestação publicada, Izalci definiu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de transferir o ex-presidente para a Papudinha como “pura vingança“, principalmente pelo estado de saúde de Bolsonaro.

“Estive na Papuda e Papudinha recentemente, e lá comprovamos: não tem médico 24h. Se houver uma crise, a distância para o hospital mais próximo é grande e pode causar a morte”

Izalci comparou o perigo da transferência de Jair Bolsonaro com o caso do comerciante Cleriston Pereira da Cunha, Clezão, que após 10 meses preso por participar dos ataques de 8/1 no Congresso Nacional, sofreu um infarto fulminante e faleceu durante o banho de sol na Papuda, em 20 de novembro de 2023.

“Não deixaram ir para [prisão] domiciliar para ter o atendimento da família. Em função da gravidade do estado de saúde, chega a ser uma insanidade”, complementou.

O senador finalizou o vídeo alegando crueldade na decisão: “Não vamos desistir, não vamos nos calar”.

Caso de Clezão

À época, a Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) confirmou a morte do golpista. O preso era acompanhado por uma equipe multidisciplinar da Unidade Básica de Saúde (UBS) da prisão, desde a entrada no complexo, em 9 de janeiro de 2023.

“Hoje, essa mesma equipe de saúde realizou manobras de reanimação assim que constatado o mal súbito até a chegada da equipe do Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência] e dos bombeiros, imediatamente acionados”, destacou a pasta à época.

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