*
 

A Polícia Civil investiga se o marido da mulher de 42 anos encontrada com explosivos falsos no corpo na tarde desta segunda-feira (21/11), no Gama, pode ter cometido crime de falsidade ideológica depois de usar um distintivo da corporação e se passar por médico legista.

De acordo com informações da Polícia Civil, no local onde a mulher foi encontrada, na DF-180, próximo à Embrapa, sentido Gama/Ponte Alta, o homem teria se apresentado como médico legista. Horas depois, em depoimento na 14ª Delegacia de Polícia (Gama), negou pertencer à corporação, mas ainda estava com o distintivo.

O caso
O Esquadrão de Bombas da Polícia Militar não encontrou explosivos amarrados ao corpo da mulher localizada no porta-malas de um carro na DF-180, na segunda. De acordo com a corporação, os fios que envolviam o corpo da mulher não eram uma bomba.

Segundo a PCDF, a vítima é uma médica. À PM, ela afirmou que, acompanhada de um motorista, havia deixado os filhos em uma escola no Setor Central do Gama. Ao sair da região, a dupla teria sido abordada por dois homens em um veículo. Os criminosos teriam dito que queriam apenas a mulher. Então, deixaram o motorista no local e seguiram com a vítima em direção à DF-180.

A mulher conta ainda que os bandidos a amarraram com fita adesiva e disseram que a explodiriam. Depois de abandoná-la, eles fugiram. Um motorista que passava pelo local viu a ação e acionou a Polícia Militar. Ninguém foi preso.

 

 

 

COMENTE

PMDFsequestro
comunicar erro à redação

Leia mais: Segurança