Homem acusado de matar ex a facadas em Samambaia se entrega à polícia

Ronaldo Andrade Almeida era procurado desde 12 de novembro, quando fugiu de casa após assassinar Tatiane Leal na frente das filhas dela

atualizado

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Tati e Ronaldo
1 de 1 Tati e Ronaldo - Foto: Reprodução/Facebook

O homem acusado de matar a facadas a diarista Tatiane Leal Ribeiro, 38 anos, no último fim de semana, se entregou à polícia na noite desta segunda-feira (14/11). Ronaldo Andrade Almeida, 36, estava foragido desde sábado (12), quando fugiu de casa após assassinar a ex-companheira em Samambaia.

De acordo com a Polícia Civil, Ronaldo se entregou na 24ª Delegacia de Polícia (Setor O), em Ceilândia. No momento em que se apresentou, o delegado da 26ª DP (Samambaia), que cuida do caso, pediu a prisão preventiva do suspeito. Ronaldo deverá permanecer na cadeia até a data do julgamento. Ele já foi interrogado e deverá ser transferido para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE), ao lado do Parque da Cidade.

Segundo a Polícia Civil, por volta das 2h de sábado, Ronaldo foi até a casa de Tatiane, também em Samambaia, arrombou a porta, pegou a filha do casal e a levou para a casa dele. A criança tem apenas 3 anos. Cerca de uma hora e meia mais tarde, Tatiane chegou na casa do ex com a filha de 12 anos, pedindo para Ronaldo devolver a caçula.

Neste momento, o homem teria aberto o portão. Quando Tatiane entrou, ele a esfaqueou. A menina de 12 anos e a caçula presenciaram a mãe ser morta. A mais velha, fruto de outro relacionamento da diarista, ainda tentou fazer Ronaldo parar. Depois de cometer o crime, o homem fugiu em um Renault Fluence preto. Em 2013, Tatiane havia feito uma denúncia da violência doméstica contra Ronaldo.

Ao Metrópoles, a irmã da diarista, Leila Leal, 33, contou nesta segunda (14) que Ronaldo e Tatiane viveram juntos por mais de cinco anos e que o ex-companheiro da mulher tinha o costume de beber muito e ficar agressivo.

“Eles estavam separados há 10 meses e ele já tinha aparecido na casa da minha irmã outras vezes. O Ronaldo não se conformava com o fim do relacionamento e a Tatiane teve que pagar por isso com a vida”, lamentou Leila.

Ainda segundo ela, as duas filhas de Tatiane estão muito assustadas e não param de chorar desde que viram a mãe ser cruelmente assassinada. Procurada nesta terça, a família da diarista não quis se pronunciar sobre a prisão de Ronaldo.

 

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