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A Polícia Civil da Paraíba prendeu uma mulher suspeita de integrar grupo de extermínio que atuava no Distrito Federal e em Goiás. Jermaine da Silva Rocha, 28 anos, estava foragida desde outubro de 2016, quando uma jovem foi morta no Núcleo Bandeirante.

Um telefonema ao disque-denúncia fez os policiais paraibanos chegarem à suspeita, no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. A polícia acredita que a quadrilha de matadores de aluguel é responsável por outras duas mortes no DF.

O homicídio de Ana Rita Graziela Rodrigues da Silva, 21 anos, chamou atenção das autoridades. A jovem foi morta por engano, pois era muito parecida com a mãe, Gilvana Teles Rodrigues.

O assassino tinha sido contratado por Yuri Hermano Tavares de Brito, ex-marido de Gilvana. Segundo a polícia, ele pagou R$ 10 mil pelo crime. Cinco integrantes do bando foram presos pela Polícia Civil do DF.

Segundo o delegado Fernando César Costa, da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRF), o homicídio de Ana Rita teve características de execução. “Um atirador entra na empresa, anuncia o assalto, atira três vezes em uma pessoa e só leva um celular. Ele não foi ali para um assaltar”, afirmou.

Após o homicídio, Gilvana teria colaborado pouco com as investigações. O delegado da DRF acredita que, por estar grávida, ela planejava matar o ex-marido e ficar com os bens dele. O relacionamento entre os dois durou menos de um ano.

Jermaine, contudo, continuava foragida até a quinta-feira (2/11). A mulher será trazida de João Pessoa para o Distrito Federal nos próximos dias.

 

 

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