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Saúde

Superintendente da Saúde condenado por fraudes é exonerado "a pedido"

Quem assume o cargo é o diretor do Hospital Regional de Taguatinga, Wendel Antônio Alves Moreira

04/09/2020 23:40, atualizado 04/09/2020 23:49
Reprodução
homem

A Secretaria de Saúde anunciou, nesta sexta-feira (4/9), a saída, a pedido, do superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Valdir Soares da Costa, que teve as contas consideradas irregulares quando ocupou o cargo de prefeito municipal de Uruçuí (PI). Quem assume é diretor do Hospital Regional de Taguatinga (HRT).

As mudanças foram divulgadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Agora, quem comanda o HRT é o médico clínico Renato Carlos Siqueira, que ocupava o posto de chefe da gerência de assistência cirúrgica do local.

Para a vaga deixada por Valdir Costa na superintendência, o indicado foi o então diretor do HRT, Wendel Antônio Alves Moreira.

Veja as alterações:

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Valdir Costa já foi condenado por fraudes
Jovem está internada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT)
Troca de comando saiu no DODF
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Troca de comando saiu no DODF

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Valdir Costa já foi condenado por fraudes
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Valdir Costa já foi condenado por fraudes

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Jovem está internada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT)
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Jovem está internada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT)

Rafaela Felicciano/Metrópoles
MPC contestou nomeação em março

O Ministério Público de Contas (MPC-DF) ingressou, ainda em março, com uma representação contra a nomeação de Valdir Soares da Costa como superintendente da Região do Sudoeste da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Na peça, a procuradora Cláudia Fernanda de Oliveira Pereira solicitou que fosse concedida medida cautelar para o afastamento dele do cargo “até que o plenário [do Tribunal de Contas do DF] se manifeste sobre o mérito da presente representação”.

A argumentação foi de que o gestor teve as contas consideradas irregulares quando ocupou o cargo de prefeito municipal de Uruçuí, cidade a cerca de 450 quilômetros da capital Teresina (PI). A decisão foi do Tribunal de Contas do Estado, “inclusive com aplicação de multa e inabilitação para o exercício de cargo na Administração, pesando contra si, desde o trânsito em julgado ocorrido em janeiro de 2018, causa de inelegibilidade”, pontua a procuradora.

Antes da superintendência, o oncologista ocupou a direção do Hospital Regional de Taguatinga, permanecendo poucos dias no cargo.