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Distrito Federal

Revoltados pela demora no atendimento, pacientes atacam hospitais

No Hran, usuários quebraram o portão. Na Upa do Recanto das Emas, equipamentos foram jogados no chão. Na Estrutural, PM foi acionada

20/04/2017 10:42, atualizado 20/04/2017 11:13
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Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles
Revoltados pela demora no atendimento, pacientes atacam hospitais

A greve dos vigilantes, somada à demora no atendimento, resultou em uma confusão generalizada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), na manhã desta quinta-feira (20/4). De acordo com a Polícia Militar, os pacientes começaram a discutir e a depredar o patrimônio da unidade. O portão de entrada chegou a ser derrubado. A situação só se normalizou após a chegada da PM. A paralisação dos vigilantes teve início nesta terça (18).

Upa do Recanto das Emas

Na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) do Recanto das Emas também houve registro de depredação.

Uma mulher que estava revoltada com a falta de atendimento quebrou um computador e jogou um extintor de incêndio no chão. Os militares foram acionados.

Outra equipe da PM também foi escalada para ficar de prontidão na porta do posto de saúde da Estrutural. A previsão é que os policiais fiquem no local até as 11h. A corporação informou, por meio de nota, que vai seguir reforçando o policiamento nos hospitais de acordo com as necessidades.

Policiais militares no posto de saúde da Estrutural

Greve dos vigilantes
De acordo com o Sindicato dos Médicos, a restrição no atendimento ocorre nos hospitais, em Unidades de Pronto Atendimento (Upas) e centros de Saúde.

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De acordo com Gilmar Rodrigues, diretor do Sindicato dos Vigilantes do DF, 18 mil trabalhadores paralisaram as atividades. A categoria pede aumento de 6,48%, reajuste no vale-alimentação e o fim das contratações de trabalhadores por hora.

A Secretaria de Saúde informou que o pagamento das empresas de vigilância que prestam serviço ao órgão está em dia. A pasta esclareceu que cada unidade está readequando, conforme sua demanda, o atendimento aos pacientes que procuram as unidade da rede pública. Para isso, solicitou apoio à Polícia Militar.