Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Distrito Federal

Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular

A 24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ ocorreu na Esplanada dos Ministérios e atraiu 90 mil pessoas, de acordo com a organização do evento

09/07/2023 21:20
Compartilhar notícia
Breno Esaki/Metrópoles
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular

A psicóloga Loyane Lima, 30 anos, estava na parada LGBTQIA+ com a esposa para se divertir e manifestar o orgulho com o evento, mas foi surpreendida com o furto de seu celular. A  24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ ocorreu neste domingo (9/7) na Esplanada dos Ministérios.

“Teve um empurra-empurra, aí formou um grupinho perto do trio meio que aglomerado.  Quando saí, minha bolsa estava aberta”, descreveu Loyane. A bolsa era uma pochete que ela prendia em frente ao corpo.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Para ela, o pior é que o celular é um instrumento de trabalho. “Eu comprei um celular novo e foi um investimento porque uso para trabalhar”, conta. A psicóloga atende os pacientes de forma on-line e organizou toda uma agenda de clientes para fazer os atendimentos.

Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - destaque galeria
8 imagens
Bandeira Arco-Íris, também conhecida como Bandeira do Orgulho Gay
Alvimar Francisco da Silva atua como voluntário na organização da parada há 18 anos
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - imagem 4
Alteração feita pelo MS atende liminar do STF para facilitar acesso de pessoas trans a procedimentos
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - imagem 6
Parada do Orgulho LGBTQIA+ atraiu 90 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios
1 de 8

Parada do Orgulho LGBTQIA+ atraiu 90 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios

Breno Esaki/Metrópoles
Bandeira Arco-Íris, também conhecida como Bandeira do Orgulho Gay
2 de 8

Bandeira Arco-Íris, também conhecida como Bandeira do Orgulho Gay

Breno Esaki/Metrópoles
Alvimar Francisco da Silva atua como voluntário na organização da parada há 18 anos
3 de 8

Alvimar Francisco da Silva atua como voluntário na organização da parada há 18 anos

Breno Esaki/Metrópoles
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - imagem 4
4 de 8

Breno Esaki/Metrópoles
Alteração feita pelo MS atende liminar do STF para facilitar acesso de pessoas trans a procedimentos
5 de 8

Alteração feita pelo MS atende liminar do STF para facilitar acesso de pessoas trans a procedimentos

Breno Esaki/Metrópoles
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - imagem 6
6 de 8

Breno Esaki/Metrópoles
Público da parada LGBTQIA+ reclama de furtos de celular - imagem 7
7 de 8

Breno Esaki/Metrópoles
Evento contou com shows de drag queens
8 de 8

Evento contou com shows de drag queens

Breno Esaki/Metrópoles

Ela disse que comprou um iPhone 14, no valor de R$ 9 mil, parcelado em 18 prestações. “Acabei de pagar a terceira”, lamentou.

Assim como ela, um fotógrafo que preferiu não se identificar teve o telefone furtado. Ele contou que tirava fotos profissionais do evento quando teve o celular roubado.

“Enfiaram a mão no meu bolso, pegaram o celular e ainda fecharam o zíper”, detalhou. O aparelho é Samsung S21 ultra, avaliado em R$ 5 mil.

O jovem Cauã Henrique Cunha, 20 anos, também teve o aparelho furtado. O estudante ainda viu quem pegou o aparelho e foi até a pessoa para pedir de volta. “Nesta hora, puxaram o meu braço, tá aqui a marca”. O jovem mostrou arranhões no braço.

A 24ª Parada do Orgulho LGBTQIA+ atraiu 90 mil pessoas, de acordo com a organização do evento. A concentração ocorreu na Esplanada dos Ministérios. Às 17h20, cinco trio elétricos partiram pelo Eixo Monumental, levando a multidão que se aglomerava em sequência. A concentração teve início às 14h no local.

Apesar das reclamações de furtos, a Polícia Militar do Distrito Federal informou que não houve ocorrências. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também registrou nenhum chamado no local.