Primeira clínica social de cannabis medicinal do DF inicia inscrição
O atendimento é voltado a pessoas com renda mensal de até três salários mínimos, com consultas e tratamentos gratuitos; confira critérios

A primeira clínica social de cannabis medicinal do Distrito Federal está com cadastro aberto para novos pacientes, que desejam realizar consultas e tratamentos com óleos e pomadas. A iniciativa atende, prioritariamente, pessoas que não conseguem arcar com os custos médicos da terapia.
A clínica atende pessoas com patologias como Alzheimer, ansiedade, depressão, dores crônicas, Parkinson, transtornos relacionados ao estresse pós traumático e Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O cadastro pode ser realizado por um formulário online disponível no site da Associação Brasileira do Pito do Pango (Abrapango), responsável pela iniciativa, ou clicando aqui. O atendimento é realizado na sede da Associação, na Quadra 4 do Setor Comercial Sul (SCS), na região central de Brasília.
O atendimento é principalmente destinado a pessoas com renda familiar de até três salários mínimos, e o paciente deverá anexar, no momento do cadastro, o laudo médico e, caso não esteja cadastrado no CadÚnico, comprovantes ou declarações de renda e benefícios.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFAlém das comprovações médicas e financeiras, os documentos de benefícios do INSS, tanto de “Consta” como “Nada Consta” e Carteira de Trabalho Digital também deverão ser entregues no cadastro.
Após a entrega dos documentos e análise socioeconômica e clínica, os pacientes que se classificarem dentro dos requisitos poderão integrar a associação com isenção da anuidade, que hoje é de R$ 120, além de receber, sem custo, óleos e pomadas à base de cannabis.
A iniciativa propõe que pacientes que têm dificuldades de arcar com custos médicos possam ser atendidos em consultas com profissionais especializados e receberam o tratamento de óleos e pomadas.

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Ver todasOs atendimentos sociais da clínica se iniciaram na última semana de maio, e desde então, atenderam cerca de 200 pacientes.
Segundo Mônica Barcelos, a diretora-executiva da Abrapango, a clínica busca enfrentar a realidade atual de exclusão de parte da população em uma alternativa terapêutica: “”Percebemos que muitas pessoas deixam de fazer o tratamento porque não conseguem manter o custo das consultas ou sequer encontram profissionais capacitados para acompanhar esse tipo de terapia. Nosso objetivo é tornar esse acesso possível”.



