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A bola da admissibilidade ou não do pedido de cassação contra os cinco distritais suspeitos de integrar o Bonde da Propina está de vez nos pés da Mesa Diretora. Conforme antecipou o Metrópoles, a Procuradoria Geral da Câmara Legislativa entregou ao colegiado pareceres favoráveis à continuidade de dois entre 11 requerimentos protocolados na Casa contra políticos. Um dos documentos é de autoria do PSol. Outro, do PT.

Ambos pedem a saída de Celina Leão (PPS), Raimundo Ribeiro (PPS), Julio Cesar (PRB) e Bispo Renato Andrade (PR), além de Cristiano Araújo (PSD), que não integrava a Mesa. Todos são acusados de se beneficiarem de propinas decorrentes da liberação de recursos para a saúde pública do Distrito Federal por meio de emendas parlamentares. A denúncia é investigada pela Operação Drácon, do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e da Polícia Civil.

O parecer foi apresentado no início da tarde, mas até o fim do dia, ainda não havia recebido a assinatura eletrônica de “recebido” para que constasse oficialmente no sistema da Procuradoria da Câmara Legislativa.

O presidente em exercício da Câmara Legislativa, deputado Juarezão (PSB), assegurou que a Mesa Diretora vai se posicionar sobre a admissibilidade dos processos rapidamente. Ele deve convocar uma reunião para a próxima semana.

Segundo o primeiro-secretário interino, Agaciel Maia (PR), a nova Mesa pretende dar celeridade à tramitação do caso. “Ninguém vai segurar ou embarreirar o processo. Precisamos analisar o que está no parecer da Procuradoria”, afirmou.

Se a Mesa Diretora decidir dar prosseguimento à investigação, o caso passa a ser responsabilidade da Corregedoria da Casa, hoje comandada pelo deputado Rafael Prudente (PMDB).

 

 

 

 

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