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Parece ser uma questão de tempo a decisão que pode levar a Câmara Legislativa a abrir processo de cassação contra a deputada distrital Sandra Faraj (SD). Acusada de ter recebido indevidamente recursos da verba indenizatória, a distrital teve sua situação agravada diante das recentes denúncias de falsificação de documentos e de demissão de uma funcionária grávida que trabalhava em seu gabinete.

Entre os parlamentares, a pergunta é a mesma: “Será que vem mais coisa da Sandra?” Mesmo deputados da chamada bancada evangélica não se esforçam em defendê-la ou para tentar justificar as atitudes da colega de parlamento e de fé.

Deputados investigados pela Operação Drácon também se mostraram aliviados. Pelo menos até o começo da próxima semana, eles acreditam que não estarão no olho do furacão. Creem, inclusive, que o processo da colega, na Mesa Diretora, sairá antes da gaveta rumo à Corregedoria-Geral da Casa do que o deles.

Os membros da Mesa Diretora, por sua vez, tentam se manter longe da resposta final sobre o destino da pastora Sandra Faraj. Por um lado, querem mais investigação. Por outro, já demonstram cansaço pelo desgaste e pela falta de definição sobre a representação contra a colega.

A Mesa promete analisar o caso de Sandra na próximo dia 20. Antes, a Justiça mandou a distrital pagar os R$ 150 mil devidos à Netpub, cujo sócio é seu ex-funcionário Filipe Nogueira, pivô do escândalo que envolve a pastora.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também procura indícios de irregularidades no uso da verba indenizatória por parte de Sandra Faraj.

 

 

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