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Depois de iniciar 2018 com movimentações voltadas apenas para a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores no Distrito Federal (PT-DF) agora intensifica as articulações internas. O objetivo é tentar levar nomes competitivos às urnas em outubro. Hoje, a legenda trabalha com dois possíveis candidatos ao Palácio do Buriti, quatro pré-candidatos ao Senado, 15 postulantes à Câmara dos Deputados e 40 nomes pretendentes à Câmara Legislativa (CLDF).

A definição virá apenas nos dias 22 e 23 de junho, durante a convenção do partido, mas a nominata não pode ser descartada por adversários. Para o Governo do Distrito Federal (GDF), os prováveis rivais de Rodrigo Rollemberg (PSB), Jofran Frejat (PR) e outros seriam Júlio Miragaya ou Afonso Magalhães.

Miragaya é ex-presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), economista e filiado ao PT desde 1980. Magalhães é bancário e também formado em economia.

Ainda para cargos majoritários, estão previstos para a disputa pelo Senado: Wasny de Roure, deputado distrital; Chico Machado, servidor público federal; Cláudia Farinha, trabalhadora rural e dirigente sindical; e Marcelo Neves, professor de direito da Universidade de Brasília.

Nome forte para a Câmara dos Deputados, a deputada Erika Kokay, presidente do partido no Distrito Federal, dispensou vaga majoritária e vai disputar a reeleição. Ao lado dela, estarão: Antônio Sabino, ex-administrador de Taguatinga; Daniel Teixeira, jovem do movimento cultural; Vanessa Negrini, servidora do Judiciário; entre outros nomes.

Para concorrer à CLDF, haverá cerca de 40 pessoas. Entre elas, nomes tradicionais da legenda, como Chico Vigilante, Geraldo Magela, Arlete Sampaio, Ricardo Vale e Rodrigo Brito, atual presidente da Central Única dos Trabalhadores do Distrito Federal (CUT-DF).