Eliana diz que vai priorizar a saúde e promete contratar mais médicos
A candidata do Pros ao GDF ouviu demandas da população, nesta terça-feira (4/9), durante caminhada pela Avenida Comercial do Paranoá
atualizado
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Candidata do Pros ao Governo do Distrito Federal, Eliana Pedrosa fez uma caminhada nesta terça-feira (4/9) pela Avenida Comercial do Paranoá. No corpo a corpo, a postulante ao Buriti conversou com a população acerca dos problemas da cidade. Entre as preocupações apontadas, as principais se referem à saúde e ao transporte público. “Falta atendimento e médicos. Quando você tem de ir até um hospital, ainda tem de enfrentar a falta de ônibus. Eu me sinto abandonada”, desabafou a moradora Francisca Fernandes.
A ex-deputada distrital prometeu contratar mais servidores para a área e voltar o atendimento das Unidades Bases de Saúde (UBS) do Paranoá e do Itapoã às populações mais carentes. Ela também voltou a criticar a gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB). “Na última sexta-feira [31/8], duas pessoas morreram no Hospital do Paranoá sem ao menos receber atendimento. É triste saber que a população está revoltada e não confia mais na rede pública”, disse.
Em relação ao sistema de transporte, a candidata firmou o compromisso de criar duas novas linhas para a região administrativa: uma circular entre o Paranoá-Parque e o Paranoá e a outra do Itapoã à Rodoviária do Plano Piloto.
Cultura
Durante a caminhada, a postulante fez um paralelo entre o incêndio do Museu Nacional (UFRJ) e a situação dos equipamentos culturais do DF. “Aqui não está muito diferente. O Museu de Arte de Brasília (MAB) está fechado há muito tempo e não sabemos nem o estado em que as peças se encontram. Se foram roubadas ou danificadas”, pontuou.
Na opinião da buritizável, o incidente ocorrido nesse domingo (2) foi uma enorme perda para o patrimônio cultural brasileiro. “O museu era extremamente importante não só para a história como para a pesquisa”, comentou.
Eliana disse que a prioridade de sua gestão, caso seja eleita, será a saúde. No entanto, garante que não vai deixar a cultura da região desaparecer, ainda que tenha reconhecido não ter um projeto pronto para recuperação dos equipamentos públicos. “A reforma do Teatro Nacional está demorando mais tempo do que o da construção de Brasília. É um absurdo”, avaliou.
