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Distrito Federal

Polícia Civil prende dupla suspeita de roubar joalheria no DF

O crime ocorreu em novembro, no Guará II. Outros dois integrantes do grupo haviam sido presos pela PMDF. Uma mulher segue foragida

09/01/2020 09:47, atualizado 09/01/2020 11:47
André Borges/Especial para o Metrópoles
policiais civis

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), deflagrou na manhã desta quinta-feira (09/01/2020) a Operação Plata. A ação resultou na prisão de dois suspeitos de roubar uma joalheria na QE 40 do Guara II.

O crime ocorreu no dia 18/11/2019. Outros dois integrantes do grupo haviam sido presos pela PMDF no dia 19/11/2019. Uma mulher segue foragida.

Durante as ações, realizadas em novembro, os policiais apreenderam uma arma de fogo de fabricação caseira, calibre .12, com munição deflagrada do mesmo calibre; cápsula calibre.38; perfumes, anéis e semijoias. Os bens foram reconhecidas pelas vítimas como sendo subtraídas da joalheria.

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O crime

Segundo as investigações, os funcionários da joalheria foram surpreendidos por um grupo formado por três homens e uma mulher que estavam com dois revólveres e uma arma longa.

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Os criminosos renderam as vítimas e levaram diversos bens do estabelecimento, além de um aparelho celular do gerente da loja. Um quinto participante permaneceu do lado de fora dentro de um veículo para dar suporte a fuga.

Após o grupo da joalheria, um vizinho que testemunhou o crime seguiu os criminosos. Assim, comunicou a localização do bando à polícia.

De acordo com Ismael Batista, delegado da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos, a quadrilha era acostumada a assaltar comércios: joalherias e até um pet shop foram alvos dele.

“Os participantes do grupo eram extremamente perigosos, não só pelo armamento como também pela ficha criminal”, aponta o policial. Os suspeitos tinham passagem por homicídio, latrocínio, furto qualificado e roubo.

Um dos integrantes dos foragidos foi capturado pela polícia um mês depois do crime, após ser detido por conta de um assalto a um coletivo. Na ocasião, tentou abrir fogo contra os passageiros, porém, a arma falhou. O criminoso havia sido detido por roubo e latrocínio tentado.