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Distrito Federal

Polícia caça estelionatários que falsificaram cheque de ex-ministro

Grupo utiliza documentos e cheques falsos em nome do ex-ministro da Controladoria-Geral da União, Carlos Higino, e da mulher dele, Manuela

08/12/2016 12:00, atualizado 08/12/2016 12:22
Fotos Públicas
Polícia caça estelionatários que falsificaram cheque de ex-ministro

A Polícia Civil está à caça de um grupo de estelionatários que tem lesado empresas de eventos e locadoras do Distrito Federal e Região do Entorno. O prejuízo ultrapassa R$ 20 mil com produtos alugados e não devolvidos. Para lastrear as negociações, a quadrilha tem utilizado documentos e cheques falsos em nome do ex-ministro da Controladoria-Geral da União, Carlos Higino, e da mulher dele, Manuela Sabóia Moura de Alencar.

Segundo as investigações, geralmente uma mulher, que se apresenta como Manuela, é responsável por contratar os serviços e assinar os contratos. Entre os objetos não devolvidos pelo grupo estão talheres, máquinas de fliperama, cama elástica e até uma piscina de bolinhas.

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Em nome do casal, teriam sido passados dois cheques, devolvidos pelo banco. Higino, Manuela e os empresários lesados prestaram queixa à polícia. O caso está sendo apurado pela Coordenação de Repressão a Crimes contra o Consumidor, Ordem Tributária e a Fraudes (Corf).

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Duas pessoas que alugaram produtos para a estelionatária contaram à polícia que no dia 22 de novembro entregaram os equipamentos em um  salão de festas no Jardim Ingá (GO), Entorno do Distrito Federal. Quando retornaram para buscar os objetos, se depararam com o local vazio. Vizinhos disseram a eles que um caminhão teria parado no imóvel e levado todo o material.

Os vizinhos chegaram a anotar a placa do veículo que acompanhava o caminhão, mas, de acordo com a polícia, o carro é alugado, também em nome de um homem que teve seus documentos falsificados.

Procurada pelo Metrópoles, a assessoria de imprensa da PCDF informou que “no momento, o delegado responsável pela investigação não passou detalhes para divulgação”.

A reportagem entrou em contato com Manuela. Ela disse que é médica e estava atendendo pacientes e só poderia falar à tarde. Carlos Higino não atendeu às ligações.