GDF lança plano para reduzir mortes no trânsito e doenças crônicas

De acordo com dados do goberno, 60% das internações na rede pública são por diabetes, hipertensão e consumo abusivo de álcool. Programa Vida Segura foi lançado nesta quinta-feira (25/8)

atualizado

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Gabriel Jabur/Agência Brasília
Rollemberg lançamento
1 de 1 Rollemberg lançamento - Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

No ano passado, 331 pessoas morreram no trânsito do Distrito Federal e outras 8,9 mil ficaram feridas após se envolverem em acidentes automobilísticos. Além do trânsito, doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e alcoolismo, são as maiores causadores de mortes e de internações na rede hospitalar pública do DF. Para reverter esse quadro, o governo lançou nesta quinta-feira (25/8) o Projeto Brasília Vida Segura, que visa integrar os dados entre os órgãos governamentais e, a partir disso, propor ações efetivas para conter as estatísticas alarmantes.

A meta para o trânsito é reduzir anualmente em 70 o número de mortes nos próximos quatro anos, conforme prevê o acordo internacional para a Década da Segurança Viária, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para isso, a primeira etapa do programa prevê o mapeamento dos tipos de acidentes e perfis de vítimas de acordo com as regiões administrativas.

Em 2015, foram gastos R$ 18,7 milhões com internações em UTIs (unidades de terapia intensiva) do Hospital de Base. A questão é um problema de saúde pública. Estamos falando de proteção de vidas, mas também de planejamento do Estado.

Humberto Fonseca, secretário do Saúde

No caso da prevenção de doenças crônicas, o Brasília Vida Segura tem o objetivo de estimular a mudança de estilo de vida da população. Hoje, 60% das internações anuais na rede de saúde pública do DF são relacionadas a diabetes, à hipertensão e ao consumo abusivo de álcool. A estatística pode ser reduzida por meio do incentivo à vida saudável. “O objetivo do programa é implementar ações efetivas para trazer bem-estar para os brasilienses”, reforçou o governador Rodrigo Rollemberg, durante o lançamento do programa.

O primeiro passo será o levantamento detalhado de dados. As informações geradas pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) poderão ser compartilhadas com o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) e com a Secretaria de Saúde, por exemplo. Com base na análise, serão definidas as ações e campanhas específicas para cada problema.

 

O plano Brasília Vida Segura conta com o apoio técnico do Centro de Liderança Pública (CLP), organização social especializada em políticas públicas. O serviço de pesquisa não terá custos ao governo. O investimento nas ações será em parceria entre o GDF e instituições privadas. (Com informações da Agência Brasília)

 

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