PCDF suspeita que incêndio que terminou em duas mortes seja criminoso

Caso é apurado pela delegacia do Paranoá. Indícios levam à hipótese de incêndio criminoso. Homem de 37 anos e adolescente, de 16, morreram

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1 de 1 incendio-itapoa - Foto: Breno Esaki/Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) suspeita de um possível crime por trás do incêndio que terminou com duas pessoas mortas, na manhã desta quarta-feira (10/5), no Itapoã. Os investigadores apuram as causas do ocorrido e o que teria provocado os óbitos.

As chamas atingiram a casa onde as vítimas estava, na QL 8 da região administrativa. Os corpos eram de Rafael de Sousa Peres, 37 anos, e Roberta Cristina Gouveia, 16.

A 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá) apura o caso. Os indícios levam à hipótese de incêndio criminoso, e as equipes de investigação tentam identificar suspeitos.

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Jovem teve corpo parcialmente carbonizado
Rafael de Sousa Peres, 37 anos, também morreu no local
Bombeiros não puderam informar causas do incêndio
Perícia da Polícia Civil apura o caso
Imóvel tinha objetos acumulados
Roberta Cristina tinha 16 anos
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Roberta Cristina tinha 16 anos

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Jovem teve corpo parcialmente carbonizado
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Jovem teve corpo parcialmente carbonizado

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Rafael de Sousa Peres, 37 anos, também morreu no local
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Rafael de Sousa Peres, 37 anos, também morreu no local

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Bombeiros não puderam informar causas do incêndio
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Bombeiros não puderam informar causas do incêndio

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Perícia da Polícia Civil apura o caso
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Perícia da Polícia Civil apura o caso

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Imóvel tinha objetos acumulados
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Imóvel tinha objetos acumulados

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O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu a ocorrência por volta das 8h.

Os corpos de Rafael e Roberta Cristina estavam semicarbonizados e cobertos por objetos inflamáveis, como cobertores, panos, colchões e roupas, dentro de um banheiro. A equipe de socorro precisou derrubar a parede do cômodo para retirar as vítimas.

O imóvel, que fica no mesmo terreno que outras casas, foi totalmente destruído. Uma residência próxima sofreu danos parciais provocados pelo incêndio. O fogo levou cerca de uma hora para ser controlado.

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No mesmo terreno, havia outros imóveis
Uma das casas do lote ficou parcialmente queimada
Bombeiros encontraram duas pessoas sem vida no local
Corpos estavam parcialmente carbonizados
Vítimas estavam por baixo de colchões e outros objetos inflamáveis
Casa ficou completamente destruída
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Casa ficou completamente destruída

Divulgação CBMDF
No mesmo terreno, havia outros imóveis
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No mesmo terreno, havia outros imóveis

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Uma das casas do lote ficou parcialmente queimada
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Uma das casas do lote ficou parcialmente queimada

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Bombeiros encontraram duas pessoas sem vida no local
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Bombeiros encontraram duas pessoas sem vida no local

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Corpos estavam parcialmente carbonizados
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Corpos estavam parcialmente carbonizados

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Vítimas estavam por baixo de colchões e outros objetos inflamáveis
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Vítimas estavam por baixo de colchões e outros objetos inflamáveis

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Incêndio aconteceu na manhã desta quarta-feira (10/5)
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Incêndio aconteceu na manhã desta quarta-feira (10/5)

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Polícia Civil apura o caso
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Polícia Civil apura o caso

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Investigadores suspeitam de incêndio criminoso
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Investigadores suspeitam de incêndio criminoso

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O terreno do lote pertenceria a avó de Roberta, Luciene Maria Gouveia, 60 anos. A adolescente morava com a avó, a mãe e um irmão menor de idade.

Dona Luciene falou com a neta pouco antes do incêndio. A senhora ficou desesperada quando observou o começo das chamas. A menina teria saído do imóvel para buscar socorro com a mãe, mas voltou ao local. “Ela não conseguiu sair mais”, lamentou.

Veja a retirada das corpos do local:

Segundo a senhora, Rafael teria gritado dentro do imóvel: “por onde eu saio, por onde eu saio”. A mulher afirmou que não conseguiu ter uma reação para salvar as pessoas.

“Eu preciso de ajuda. Minha neta está morta”, chorou Luciene logo após a tragédia. “A minha neta poderia ser o que fosse, mas para mim era o amor da minha vida. E vai ser sempre”, concluiu.

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