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Distrito Federal

Padrasto preso por morte de menina de 2 anos responde a estupro no MT

Segundo PMGO, Felipe de Souza Neckel da Silva ainda seria faccionado do Comando Vermelho e possui outras passagens por receptação e tráfico

04/11/2026 14:46, atualizado 04/11/2026 15:23
Material cedido ao Metrópoles
Felipe de Souza Neckel da Silva, padrasto da menina de 2 anos morta

Preso em flagrante pela morte de Ísis Gabrielly, de 2 anos, o padrasto da criança, Felipe de Souza Neckel da Silva (imagem em destaque), 23, possui diversas passagens pela polícia por crimes, como tráfico de drogas, receptação e furto qualificado. No entanto, a passagem mais recente se dá por estupro de uma vulnerável, ocorrido há pouco meses no Mato Grosso, segundo a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO). Além disso, a corporação ainda afirma que ele seria faccionado do Comando Vermelho (CV).

O suspeito foi detido nesta quarta-feira (4/11), em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) hospitalar do Novo Gama (GO), onde a menina morreu após dar entrada em parada cardiorrespiratória, com lesões e hematomas pelo corpo. Na ocasião, a PMGO foi acionada pelos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento da criança. Conforme relato da equipe médica, Ísis Gabrielly  apresentava sinais de violência doméstica.

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Ao chegarem na UPA, encontraram Felipe e o prenderam em flagrante. Em seguida, encaminharam o suspeito à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Luziânia, que investiga o caso.

A mãe da menina também foi conduzida para prestar esclarecimentos. Com encaminhamento à Polícia Civil (PCGO), as circunstâncias da morte serão apuradas.

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Menina de 2 anos, Ísis Gabrielly Lemos Nascimento
Menina de 2 anos morreu em Novo Gama (GO) com lesões no corpo
Menina Ísis Gabrielly
Menina deu entrada na unidade de saúde em parada cardiorrespiratória
Menina morreu na unidade de saúde
Menina de 2 anos, Ísis Gabrielly Lemos Nascimento
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Menina de 2 anos, Ísis Gabrielly Lemos Nascimento

Redes sociais/Reprodução
Menina de 2 anos, Ísis Gabrielly Lemos Nascimento
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Menina de 2 anos morreu em Novo Gama (GO) com lesões no corpo
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Menina de 2 anos morreu em Novo Gama (GO) com lesões no corpo

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Menina deu entrada na unidade de saúde em parada cardiorrespiratória
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Menina deu entrada na unidade de saúde em parada cardiorrespiratória

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Menina morreu na unidade de saúde
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Menina morreu na unidade de saúde

Material cedido ao Metrópoles

O tenente-coronel da PMGO Ricardo Edson, comandante do 19º batalhão do Novo Gama, que atendeu a ocorrência, afirmou que a criança foi socorrida por pedestres que estavam passando em frente da casa e foram chamados pelo padrasto.

“Em depoimento, o padrasto disse que estava dando banho na criança e ela caiu. Porém, essa versão não condiz com o que foi observado pela equipe médica”, afirmou o policial.

Segundo o tenente-coronel, a mãe da menina relatou que a criança apresentou hematomas dias antes e o padrasto teria dito que era alergia.

Desconfiança com suspeito

Segundo o avô da criança, Klinger de Oliveira, de 43 anos, a mãe de Ísis Gabrielly e o padrasto estavam juntos há três meses e costumavam deixar a criança em casa nos finais de semana.

Ele relatou que, em certo momento, notou que menina estava com hematomas pelo corpo. O avô, então, teria confrontado a própria filha que negou qualquer acusação feita contra ela e o padrasto de que estariam agredindo a criança.

Kingler conta que ele e sua esposa sempre tiveram um “pé atrás” com essa situação.

“A gente alertou muito, mas ela [mãe da criança] sempre ficou jogando aos meus pés e se desfazendo de mim o tempo todo. Os sintomas começaram a aparecer uns 15 dias atrás. A partir daí ficamos com uma pulga atrás da orelha e alertando. Só que sempre levamos patada dela. Já dele [padrasto] não, porque em nenhum momento ele pegou o telefone para se desculpar ou se questionar de momento nenhum”, disse.