Em 2 semanas, 448 suspeitos de violência de gênero são presos no DF

As prisões incluem o cumprimento de mandados judiciais, flagrantes e acompanhamento de medidas protetivas

atualizado

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Divulgação/Polícia Civil do Rio Grande do Sul
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1 de 1 violencia-de-genero - Foto: Divulgação/Polícia Civil do Rio Grande do Sul

As operações Mulher Segura e Alerta Lilás II, iniciadas em 9 de fevereiro e finalizadas nesta quinta-feira (5/3), resultaram na prisão de 448 pessoas suspeitas de crimes relacionados à violência contra mulheres no Distrito Federal. As ações foram coordenadas pelo governo federal, em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

No DF, 439 prisões ocorreram durante a Operação Mulher Segura, que incluiu cumprimento de mandados judiciais, prisões em flagrante e acompanhamento de medidas protetivas em casos de violência doméstica. Já a Operação Alerta Lilás, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), resultou em nove prisões no Distrito Federal, todas em cumprimento de mandados relacionados a crimes de violência contra mulheres.

As ações fazem parte do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, iniciativa que reúne medidas voltadas à prevenção da violência de gênero, à proteção das vítimas e à responsabilização de agressores.

Nacional

Em todo o país, as duas operações somaram 5.238 prisões por crimes ligados à violência de gênero. Na Operação Mulher Segura foram registradas 4.936 detenções, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 em cumprimento de mandados judiciais. Já a Operação Alerta Lilás contabilizou 302 prisões, entre flagrantes e mandados.

As operações também integram o plano de trabalho apresentado na última quarta-feira (4/3) pelo comitê interinstitucional responsável pelo pacto. O objetivo é organizar e integrar ações prioritárias previstas no compromisso firmado em 4 de fevereiro de 2026 pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para o enfrentamento ao feminicídio.

Entre as medidas previstas estão mutirões nacionais para cumprimento de mandados de prisão de agressores, além do fortalecimento da rede de acolhimento e atendimento às vítimas e da ampliação do monitoramento de medidas protetivas de urgência.

O plano também prevê maior integração entre órgãos de Segurança e Justiça e a realização de campanhas educativas voltadas à prevenção da violência de gênero. Entre as iniciativas estão a criação de um Centro Integrado Mulher Segura para monitoramento de dados, a implantação de unidades móveis de atendimento a mulheres em situação de violência e a ampliação da rede de acolhimento.

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