1 de 1 TH da Penha
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Circulam nas redes sociais fotos do suspeito de assassinar a tiros a traficante do Terceiro Comando Puro (TCP) conhecida como Diaba Loira. O autor do crime seria TH da Penha (foto em destaque), integrante do Comando Vermelho (CV).
Após o crime, ele também teria divulgado um vídeo íntimo com a faccionada, quando ela era do CV. O caso é investigado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).
O confronto aconteceu nas comunidades do Fubá e do Campinho, também na zona norte. Algumas semanas antes de ser executada, Eweline chegou a publicar posts nas redes sociais dizendo que não temia a morte.
Em uma das publicações, ela escreveu: “No começo, eu até pensava que tinha medo, assim que entrei nessa vida, anos atrás. Mas, na verdade… não”.
Assista:
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Veja quem é a Diaba loira do CV que escapou após meter bala na PM
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Eweline Passos Rodrigues tem 28 anos
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Diaba Loira é jurada de morte por CV, após mudar para o TCP
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A faccionada durante uma operação
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Diaba Loira fazendo o símbolo do TCP
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Foto das redes sociais
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Mais detalhes:
Apesar de ser originalmente do Comando Vermelho (CV), Diaba Loira havia migrado recentemente para o Terceiro Comando Puro (TCP).
Ela era procurada pela PCERJ por envolvimento com o tráfico de drogas e organização criminosa.
Desde que saiu de Santa Catarina e se juntou à facção, Eweline passou a ostentar nas redes sociais armas de grosso calibre, como fuzis.
Além disso, publicava vídeos provocativos, como este: “Não me entrego viva, só saio no caixão.”
Na publicação, ela disse que a facção, da qual havia se desvencilhado recentemente para se juntar ao grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP), havia cometido a covardia de matar “a única pessoa que ela tinha”.
“Vim fazer esse vídeo para contar da covardia que o Comando Vermelho fez com a minha mãe, tá ligado? Mano, papo reto, nossa guerra é entre a gente, não é entre família, não”, declarou.
A criminosa afirmou que a mulher morava longe e, ainda assim, tornou-se alvo da facção carioca. “Vocês pegaram minha família, vocês mataram a única pessoa que eu tinha. Acabaram com ela sendo que ela morava lá longe, mano, ela não tinha nada a ver comigo, ela nem falava comigo, e esses filha da puta aí do CV sabiam, geral sabia”, reclamou.
A criminosa vendia trufas de chocolate para ajudar a pagar a faculdade de direito que cursava em meados de 2022.
Naquele período, Eweline também comercializava produtos pelas redes sociais, como perfumes e maquiagens.
Casada e mãe de dois filhos, compartilhava uma rotina distante da criminalidade: postava fotos da gravidez, registros com a família e até imagens medalhas conquistadas.
Sem tatuagens visíveis e com um perfil ativo no Facebook, mantinha uma presença online voltada à vida pessoal e ao trabalho informal de vendas.
No entanto, tudo começou a mudar após agosto de 2022, quando foi vítima de uma tentativa de feminicídio em Santa Catarina, crime cometido por um ex-companheiro e pai de seus filhos.
Veja imagens:
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Diaba Loira grávida, com as mãos na barriga
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Antes do tráfico, Diaba Loira vendia doces para faculdade de Direito
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Diaba Loira mostra medalha
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Diaba Loira com companheiro
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Vida de Diaba Loira em Santa Catarina, antes de entrar para vida do crime
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Diaba Loira com o suposto companheiro que teria tentado matá-la