Na Mira

“Socorro, mãe”, gritou mulher esfaqueada por homem, pedindo ajuda

Um vizinho ouviu Pâmella Rangel gritar por socorro. Depois, viu o homem sair dizendo “Me perdoa” e o seguiu até o cemitério

atualizado

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Imagem cedida ao Metrópoles
VERSÃO DE WARLEY FERREIRA MARTINS - TESTEMUNHA, Também ouvido sobre os fatos em apuração, WARLEY FERREIRA MARTINS , igualmente compromissado na forma da lei, respondeu QUE: na data de hoje, 23/08/2025, por volta das 22h30, estava dentro de sua casa acompanhado de sua esposa FLAVIANA PEREIRA MENDES, quando escutou um barulho muito grande na casa vizinha. Que ao saírem de casa, viu o portão de passagem de carros da entrada da chácara onde reside PÂMELLA MARIA ROCHA RANGEL ao chão. Que ouviu gritos de PÂMELLA pedindo socorro para a mãe dela, dizendo: "socorro mãe". Que logo sem seguida viu um homem pardo, aproximadamente, atura mediana, sem camisa, saindo da casa com o celular na mão, dizendo; "me perdoa, me perdoa pelo que ei fiz". Que em seguida o homem saiu sentido Setor Norte de Brazlândia, pela lateral do cemitério. Que foi até a casa de PÂMELLA e deparou-se com ela em cima da cama com sangramento no peito. Que sal esposa solicitou a polícia militar e corpo de Bombeiros Militar por volta das 22h42min. Que não conhecia o autor, não tinha convivência com ele, consegue reconhece-lo por fotos ou pessoalmente caso volte a vê-lo.
1 de 1 VERSÃO DE WARLEY FERREIRA MARTINS - TESTEMUNHA, Também ouvido sobre os fatos em apuração, WARLEY FERREIRA MARTINS , igualmente compromissado na forma da lei, respondeu QUE: na data de hoje, 23/08/2025, por volta das 22h30, estava dentro de sua casa acompanhado de sua esposa FLAVIANA PEREIRA MENDES, quando escutou um barulho muito grande na casa vizinha. Que ao saírem de casa, viu o portão de passagem de carros da entrada da chácara onde reside PÂMELLA MARIA ROCHA RANGEL ao chão. Que ouviu gritos de PÂMELLA pedindo socorro para a mãe dela, dizendo: "socorro mãe". Que logo sem seguida viu um homem pardo, aproximadamente, atura mediana, sem camisa, saindo da casa com o celular na mão, dizendo; "me perdoa, me perdoa pelo que ei fiz". Que em seguida o homem saiu sentido Setor Norte de Brazlândia, pela lateral do cemitério. Que foi até a casa de PÂMELLA e deparou-se com ela em cima da cama com sangramento no peito. Que sal esposa solicitou a polícia militar e corpo de Bombeiros Militar por volta das 22h42min. Que não conhecia o autor, não tinha convivência com ele, consegue reconhece-lo por fotos ou pessoalmente caso volte a vê-lo. - Foto: Imagem cedida ao Metrópoles

Alguns detalhes chocantes sobre o feminicídio em Brazlândia (DF) revelam que a vítima — uma jovem de 21 anos — ainda pediu ajuda momentos antes de morrer. Um vizinho ouviu os gritos de socorro de Pâmella Maria Rocha Rangel (foto em destaque). Ela teria clamado: “Socorro, mãe”.

Em seguida, o vizinho viu um homem pardo, de estatura mediana, sem camisa, saindo da casa com um celular na mão e dizendo: “Me perdoa, me perdoa pelo que eu fiz”.

Ele decidiu seguir o suspeito, que caminhava pela lateral do cemitério da região onde o crime ocorreu.

Preocupado, o vizinho foi até a casa da jovem e a encontrou deitada sobre a cama, com sangramento na região do tórax. Ele chamou a esposa, que acionou a Polícia Militar do DF (PMDF) e o Corpo de Bombeiros (CBMDF).

Veja algumas imagens:

“Socorro, mãe”, gritou mulher esfaqueada por homem, pedindo ajuda - destaque galeria
3 imagens
Mulher morta a facadas pelo companheiro
Flávio do Nascimento Santos, 42 anos
Primo da vítima relatou que "todos avisaram" da conduta do criminoso
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Primo da vítima relatou que "todos avisaram" da conduta do criminoso

Reprodução
Mulher morta a facadas pelo companheiro
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Mulher morta a facadas pelo companheiro

Reprodução / Redes sociais
Flávio do Nascimento Santos, 42 anos
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Flávio do Nascimento Santos, 42 anos

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Mais detalhes do caso:

  • O crime ocorreu na noite desse sábado (23/8), na Chácara Pedacinho do Céu.
  • A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e levada ao Hospital Regional de Brazlândia.
  • Pâmella não resistiu ao ferimento e morreu pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.
  • O feminicida foi identificado como Flávio do Nascimento Santos, 42 anos (foto acima).
  • Em depoimento na 18ª DP, Flávio afirmou que estava sob efeito de maconha quando, ao chegar à casa de Pâmella, iniciou uma discussão por causa de drogas.

“Acho que matei sua filha”

Segundo o feminicida, Pâmella falou algo que não conseguiu compreender. Em um momento de fúria descontrolada, Flávio pegou uma faca que estava sobre a pia e desferiu um golpe fatal no peito da jovem.

Logo após o crime, em meio ao desespero, ele acionou a mãe e a irmã de Pâmella, pedindo socorro e confessando: “Acho que matei sua filha”. Em seguida, saiu da residência completamente desorientado.

Pouco mais de duas horas depois do feminicídio, uma viatura da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizou Flávio próximo ao cemitério, após ser acionada para atender uma denúncia de violência doméstica.

“Ele fez a cabeça dela”

Horas depois, um primo de Pâmella fez uma postagem nas redes sociais falando sobre o feminicídio. Na mensagem, o parente relata que, dias antes do crime, a jovem havia sido ameaçada.

Na publicação, ele diz: “Todos avisaram, mas, como sempre, ele fez a cabeça dela e acabou em tragédia.”

Medida protetiva

A coluna Na Mira apurou que em novembro de 2024, Pâmella denunciou o agressor por lesão corporal e solicitou medidas protetivas de urgência.

No entanto, em março de 2025, surpreendentemente, foi ela quem pediu a revogação das medidas — havia reatado o relacionamento com o próprio agressor.

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