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Sargento do Exército que atropelou mulher no DF e fugiu é preso. Veja vídeo
O motorista que deu ré em alta velocidade, atropelou e arrastou mulher no Riacho Fundo (DF) é sargento do Exército
atualizado
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O motorista que atropelou uma jovem de 20 anos e fugiu sem prestar socorro foi preso na noite dessa segunda-feira (27/4). À coluna Na Mira, a mãe da vítima informou que outros ocupantes do veículo — entre eles, uma mulher — também foram identificados, ouvidos e liberados. Durante a abordagem, foi constatado que o suspeito é sargento do Exército.
Vídeo da prisão:
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito se entregou. Ele foi até a delegacia com o próprio pai e também apresentou o carro envolvido no atropelamento. Após o depoimento, ele foi levado para a carceragem do Exército.
A coluna entrou em contato com a instituição e, até a última atualização da reportagem, não havia obtido resposta. O espaço segue aberto para posicionamentos.
O atropelamento
Maria Clara foi atropelada e arrastada no último sábado (25/4), no Riacho Fundo (DF). Ela estava acompanhada de uma amiga e, ao atravessar a faixa de pedestres, foi atingida pelo carro. Em seguida, o motorista deu ré em alta velocidade e passou por cima da vítima.
Câmeras de segurança de um comércio registraram o momento do atropelamento. A amiga, que presenciou toda a ação, correu desesperada para prestar socorro.
Veja o momento do atropelamento:
Maria Clara passaria por uma cirurgia nessa segunda-feira, mas, devido aos inchaços, o procedimento foi adiado. Segundo a mãe, Sara Leão, a jovem permanece internada na UTI de um hospital particular. A vítima sofreu fratura na bacia e em ossos do rosto.
De acordo com a mãe, pouco antes do ocorrido, a jovem esteve em uma distribuidora de bebidas da região, cujo proprietário é conhecido da família. “Ela ficou lá por pouco tempo. Um homem teria mexido com ela, mas ela nem se lembra”, relatou.
“Nada justifica o que ele fez”
“Queremos justiça! Mesmo que algo tenha acontecido, nada justifica o que ele fez [atropelar e fugir]”, disse, revoltada Sara, em entrevista à coluna.
Após o atropelamento, com a chegada da Polícia Militar, testemunhas afirmaram que o motorista estava no local acompanhado de um grupo amigos. Ele estava com sinais de alteração e teria importunado mulheres presentes, incluindo a vítima, que teria rejeitado a abordagem. Essa versão, no entanto, ainda não foi confirmada e segue sob investigação.
Após ouvir o depoimento da vítima e de todos os envolvidos, a Polícia Civil afastou a versão da importunação sexual.
O caso foi registrado pela Polícia Civil como acidente de trânsito com vítima e fuga do local, já que o condutor não prestou socorro e deixou a cena após o atropelamento.
A investigação é conduzida pela 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo).










