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Saiba quem era o dono de espetinho morto por R$ 1 mil após ordem do CV

Alexandre Lopes, 23 anos, trabalhava em casa quando foi chamado por faccionado do CV. Ao atender o celular, se virou e levou dois tiros

atualizado

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Foto colorida da vítima, do de um espetinho, que foi morta por um faccionado do CV, no Ceará
1 de 1 Foto colorida da vítima, do de um espetinho, que foi morta por um faccionado do CV, no Ceará - Foto: Reprodução / Redes sociais

O dono de um espetinho morto a tiros após pagar um valor abaixo do exigido por membros da facção criminosa Comando Vermelho (CV) pelo aluguel e manutenção do ponto comercial foi identificado como Alexandre Roger Lopes, de 23 anos (foto em destaque).

O crime ocorreu no último domingo (17/8), no município de Itapajé, no interior do Ceará.

A vítima, que mantinha o comércio na própria residência, estava trabalhando quando foi abordada por um integrante da facção, identificado como Lucas Mateus dos Santos, de 19 anos (foto abaixo).

Na ocasião, o criminoso disse que havia uma ligação para ele. Ao pegar o celular e se virar para atender, Alexandre foi atingido por dois tiros.

Veja imagens:

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Alexandre Roger Lopes, de 23 anos
Lucas Mateus dos Santos, de 19 anos
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Lucas Mateus dos Santos, de 19 anos

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Alexandre Roger Lopes, de 23 anos
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Alexandre Roger Lopes, de 23 anos

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Mais detalhes:

  • Alexandre foi socorrido por um funcionário do estabelecimento e levado ao hospital municipal, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na terça-feira (19/8).
  • Segundo informações da polícia, a vítima teria enviado apenas R$ 400 dos R$ 1 mil cobrados pelos criminosos.
  • Após a execução, a Polícia Civil do Ceará prendeu Lucas na sexta-feira (22/8). Durante a detenção, ele confessou o crime.

Prisão

Lucas Mateus foi reconhecido por testemunhas e identificado por imagens de câmeras de segurança deixando o local do crime. No sábado (23/8), ele passou por audiência de custódia e teve a prisão convertida em preventiva.

De acordo com a investigação, Alexandre era obrigado por integrantes do CV a pagar mensalmente R$ 400 para manter o comércio funcionando. Recentemente, porém, o valor da cobrança subiu para R$ 1 mil.

Sem condições de arcar com o novo valor, Alexandre teria enviado apenas os R$ 400 no dia 15 de agosto. Dois dias depois, foi executado a mando da facção.

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