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Na Mira

Saiba quem é o padrasto preso por matar enteada com arroz de chumbinho.

Laudos periciais confirmaram que a morte da menina, que jantou e comeu arroz com veneno, foi por intoxicação com "chumbinho"

03/04/2026 10:39
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Reprodução / Redes sociais
Saiba quem é o padrasto preso por matar enteada com arroz envenenado

O padrasto suspeito de matar uma menina de 9 anos por envenenamento é Ronaldo Alves de Oliveira, de 46 anos (foto em destaque). Após a audiência de custódia nessa quinta-feira (2/4), a Justiça determinou que ele continuará preso por tempo indeterminado.

Veja momento da prisão:

O investigado foi preso nessa quarta-feira (1º/4) por policiais da Subdelegacia de Polícia de Alto Horizonte (18ª DRP), com apoio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Uruaçu (GO).

Ronaldo é investigado pelos crimes de feminicídio triplamente qualificado contra a enteada, Weslenny Rosa Lima (foto abaixo), e tentativa de homicídio triplamente qualificado contra o enteado, que continua internado em Uruaçu (GO).

A vítima morreu na última sexta-feira (27/3), após ingerir alimento envenenado com “chumbinho”, de acordo com a Polícia Civil. O irmão dela, de 8 anos, que consumiu a mesma refeição, foi socorrido e sobreviveu após atendimento médico de urgência.

Imagens: 

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Momento da prisão
Ronaldo Alves de Oliveira, de 46 anos
Weslenny Rosa Lima
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Weslenny Rosa Lima

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Ronaldo Alves de Oliveira, de 46 anos
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Ronaldo Alves de Oliveira, de 46 anos

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Mais detalhes: 

  • Na casa, os policiais encontraram uma panela com arroz misturado a grânulos escuros, com características de substância tóxica.
  • Laudos periciais confirmaram que a morte da criança foi por intoxicação de “chumbinho”.
  • No local, também foram achados quatro gatos mortos, que, segundo a perícia, morreram por envenenamento.

Admitiu ter preparado a comida

Em depoimento no dia dos fatos, o suspeito admitiu ter preparado o alimento ingerido pelas crianças e dito que descartou as sobras no lixo, onde possivelmente foram consumidas pelos animais.

Diante de novos indícios, ele foi ouvido novamente, mas exerceu o direito ao silêncio, afirmando que só se pronunciaria após consultar seu advogado.

As investigações continuam para apurar a motivação do crime e possível participação de terceiros, com análise de celulares apreendidos, novos depoimentos e laudos complementares.