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Saiba quem é a golpista do falso aluguel que atacava em Águas Claras. Veja vídeo
Segundo a PCDF, a golpista foi identificada em pelo menos 37 casos, entre 2022 e 2025, todos relacionados à mesma prática
atualizado
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A golpista de 32 anos, presa por policiais civis da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural) por aplicar uma série de golpes por meio de falsos anúncios de aluguel de imóveis no DF e em Goiás, é Aline Silva da Paixão (foto em destaque). Ela foi detida, nessa terça-feira (24/2), após enganar possíveis clientes com anúncios falsos de apartamentos em Águas Claras, no Plano Piloto e em Pirenópolis (GO).
Vídeo da Operação Salmo 12:
37 ocorrências registradas
Durante as diligências, constatou-se que a investigada estava envolvida em pelo menos 37 ocorrências registradas entre 2022 e 2025, todas com dinâmica semelhante.
- Segundo a polícia, Aline publicava anúncios com fotografias atrativas e valores abaixo do mercado, exigindo pagamento antecipado a título de “reserva” ou “garantia” do imóvel.
- Após o primeiro contato, as conversas eram direcionadas para aplicativos de mensagens, onde ela mantinha diálogo direto com as vítimas, criando senso de urgência e alegando alta procura pelo imóvel, com o objetivo de induzir o envio imediato de valores via Pix.
- Assim que o pagamento era realizado, o contato era interrompido ou as respostas se tornavam evasivas.
Imagens:
Análise do perfil dos clientes
De acordo com as investigações, o esquema apresentava organização e adaptação constantes. Aline operava múltiplos anúncios simultaneamente, alternando localidades e ajustando a narrativa conforme o perfil da vítima. Em algumas situações, a mulher enviava documentos e imagens adicionais para conferir aparência de legitimidade à negociação.
Mais detalhes:
- Nessa terça-feira (24/2), foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de um mandado de prisão preventiva contra a investigada.
- Na casa de Aline, em Taguatinga, diversos dispositivos eletrônicos foram apreendidos, inclusive um aparelho celular que estava em uso no momento da abordagem.
- No momento da abordagem, ela estava trocando mensagens com uma nova vítima interessada em um suposto apartamento em Águas Claras.
- Com as provas já consolidadas, a investigada deverá responder por estelionato eletrônico, crime cuja pena pode chegar a até oito anos de prisão por ocorrência.
Considerando a quantidade de casos atribuídos à investigada e a possível continuidade delitiva, a pena pode ser aumentada, podendo ultrapassar 13 anos de reclusão, além de multa.
A coluna Na Mira tenta localizar defesa de Aline Paixão. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.




