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Quem são os irmãos presos por torturar e matar homem em chácara no DF
O homem foi levado pelos irmãos até uma chácara, onde teria sido ameaçado, agredido, torturado e submetido a intensa violência
atualizado
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Os irmãos presos pelo homicídio brutal de Jares da Silva Nascimento, de 51 anos, com indícios de tortura e ocultação de cadáver, são Jonathan Cardoso de Macedo Lima, de 37 anos, e Genevaldo Cardoso de Macedo, de 48 anos (foto em destaque). Eles são investigados pelo assassinato de Jares, morador da Estrutural (DF), que desapareceu em 22 de janeiro deste ano para realizar um serviço e não retornou.
Veja:
Mais detalhes:
- Dois irmãos, de 37 e 48 anos, investigados pelo homicídio foram presos no último sábado (14/3), por policiais civis da 8ª Delegacia de Polícia (Estrutural).
- Os dois confessaram o crime e deram detalhes sobre o que fizeram com o corpo da vítima.
- De acordo com as apurações, a vítima foi levada pelos irmãos até uma chácara, onde teria sido ameaçada, agredida e submetida a intensa violência.
- Jares da Silva foi brutalmente espancado enquanto era pressionado a revelar o paradeiro de bens supostamente desaparecidos.
- Após o período de agressões, segundo as investigações, os suspeitos colocaram a vítima em um veículo e a levaram para uma área rural, onde ocorreu a execução.
- De acordo com a polícia, o corpo foi posteriormente lançado em um rio de forte correnteza, o que dificultou sua localização.
Prisões
Genevaldo, o suspeito de 48 anos já havia deixado o Distrito Federal e foi localizado no município de Barra do Corda (MA), onde foi preso com apoio da Polícia Civil do Maranhão (PCMA). Já o irmão dele foi detido em uma área rural de Sobradinho dos Melos (DF). Durante o cumprimento do mandado de prisão e de busca na residência, os policiais encontraram uma espingarda calibre 20 escondida no imóvel, além de munições.
Imagens:
O corpo ainda não foi encontrado
Mesmo após a indicação do possível local onde o cadáver teria sido descartado, o corpo ainda não foi encontrado. Equipes da Polícia Civil do Distrito Federal realizaram diversas diligências na região, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) no leito e nas margens do rio. A ausência do cadáver também impede, até o momento, a confirmação pericial da arma utilizada no crime.
A investigação segue sob responsabilidade da 8ª DP, que trabalha para esclarecer completamente a dinâmica do crime e localizar o corpo da vítima.












