Quem era Bruxo Paulo, fundador da Igreja de Lúcifer, morto a tiros.
Bruxo Paulo Padilha foi morto na quinta-feira em frente a uma oficina em Fortaleza; ele fundou a primeira Igreja de Lúcifer no Ceará

Morto a tiros na quinta-feira (20/8) em Fortaleza (CE), o pai de santo Luciano Victor Melo de Sousa, de 38 anos, era mais conhecido como “Bruxo Paulo Padilha” (foto em destaque). Ele foi responsável pela fundação da primeira Igreja de Lúcifer do Ceará.
Vídeo de uma dica de amarração amorosa:
Paulo Padilha era praticante da chamada quimbanda luciferiana, vertente que cultua entidades como exus e pombagiras. Nas redes sociais, ele se apresentava como especialista em amarração amorosa e se descrevia como bruxo e bispo satânico.
Fundada por Paulo Padilha, a Igreja de Lúcifer de Fortaleza funciona desde setembro de 2023, na rua Instituto do Ceará, no bairro Benfica.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesA coluna Na Mira apurou que “Bruxo Paulo Padilha” respondia a um processo na Justiça do Ceará por ameaça.
Em março de 2025, ele também foi preso em flagrante em um de seus bares, por desacato, corrupção ativa e injúria de caráter homofóbico contra duas mulheres e integrantes da equipe policial que atenderam à ocorrência.
Segundo o registro da ocorrência, durante a abordagem, o pai de santo teria oferecido dinheiro aos policiais para evitar a prisão.
Veja imagens:

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Paulo Padilha foi assassinado em frente a uma oficina mecânica, onde havia parado para consertar um dos pneus do carro em que estava. Ele estava acompanhado de outro homem, que usava tornozeleira eletrônica e também foi baleado. O acompanhante foi socorrido em estado grave.
Segundo testemunhas disseram à Polícia Militar do Ceará, um motociclista parou em frente à oficina e começou a atirar. Paulo Padilha foi atingido na cabeça e no abdômen.
O caso é investigado pela 5ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Ceará (SSPDS) informou que Luciano Victor Melo de Sousa, o Paulo Padilha, tinha antecedentes por corrupção ativa, ameaça, injúria e desacato.









