Quadrilha que furtava caminhonetes de luxo no DF é desarticulada.
Dois homens foram presos suspeitos de integrar uma organização criminosa que furtava caminhonetes Toyota no DF

A Polícia Civil do Distrito Federal PCDF) desarticulou uma sofisticada quadrilha que furtava caminhonetes de luxo no Distrito Federal. Os alvos dos ladrões eram especificamente caminhonetes Toyota dos modelos Hilux e SW4, avaliadas em R$ 450 mil. Durante a operação, dois homens foram presos após uma intensa perseguição no Riacho Fundo (DF). Os suspeitos, que têm 28 e 33 anos, não tiveram os nomes divulgados.
Veja vídeo:
Ao longo da investigação, agentes da Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV/CORPATRI), identificaram um veículo roubado no começo de junho. Ao se aproximar para fazer a abordagem, os suspeitos iniciaram uma fuga, subindo em calçadas, trocando tiros com os agentes e realizando manobras perigosas, em alta velocidade. (Veja vídeo acima)
Depois de um tempo de perseguição, os suspeitos abandonaram o veículo em uma área de mata e fugiram a pé. Um deles foi preso na hora pelos agentes da PCDF com uma arma de fogo de uso restrito. O outro suspeito conseguiu fugir, mas foi preso seis horas depois, em Samambaia (DF).
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesCom avanço da apuração, na semana seguinte uma das caminhonetes furtadas pelo grupo foi localizada.
Como agia a quadrilha
Conforme as investigações, os investigados fazem parte de uma associação criminosa estruturada. Para conseguir concretizar o furto, os suspeitos utilizavam equipamentos e ferramentas tecnológicas, capazes de neutralizar ou enganar os sistemas eletrônicos de segurança presentes nos veículos.
Além de utilizar equipamentos eletrônicos, a quadrilha também utilizada uma estratégica engenharia e logística para cometer os furtos. Audaciosos, os investigados escolhiam áreas com extenso monitoramento de câmeras, com grande circulação de pessoas e em áreas consideradas nobres.
Os modelos escolhidos eram da marca Toyota e lançados recentemente. Após o furto, os carros eram rapidamente enviados para outros estados onde passavam por adulterações ou desmanches.
“O conjunto de técnicas utilizadas evidencia o alto grau de especialização e profissionalização da organização criminosa, exigindo dos seus membros conhecimento técnico avançado, domínio de tecnologia veicular e elevada articulação operacional”, informou a PCDF em nota.




