Prison Break baiano: "influencer dotadão" é preso, debocha e viraliza
Famoso pelas fotos ousadas e pelos dotes avantajados, criador de conteúdo baiano cai na rede da PM após ser preso por tráfico de drogas

A noite do último domingo (9/8), no bairro do Imbuí em Salvador (BA), pegou fogo de um jeito nada convencional. Júnior Honorato, o cobiçado influenciador digital conhecido por incendiar as redes sociais e ostentar seus atributos avantajados na produção de conteúdo adulto, trocou o calor dos lençóis e o brilho dos holofotes pelo frio das algemas apartadas da Polícia Militar da Bahia (PMBA).
GENTE! Júnior Honorato, criador de conteúdo de amor intenso, foi preso acusado de tráfico de drogas 🗣️ pic.twitter.com/YCQRFMn1zy
— BABADO DOS FAMOSOS RJ (@babadofamososrj) August 10, 2026
Famoso por deixar muito pouco para a imaginação em fotos de cuecas marcadas e sungas molhadas para seus mais de 27 mil seguidores famintos, o muso do “+18” se viu no centro de uma cena de pura adrenalina, mas sem o charme e a sedução de seus vídeos virais.

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Ver todasDurante um patrulhamento tático, a Polícia Militar flagrou o belo rapaz ao lado de dois companheiros em atitude suspeita. Ao perceberem a aproximação dos agentes, o clima esquentou e o trio tentou uma fuga desesperada pelas ruas do bairro, desfazendo-se rapidamente de celulares e pequenos invólucros pelo caminho.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesVeja fotos do Prision Break baiano:
Recheio picante
A investida não deu certo e a abordagem revelou um recheio picante: foram apreendidos 45 potes, 10 pinos e três sacos cheios de uma substância semelhante à cocaína, além de pertences pessoais.
Habituado a arrancar suspiros exibindo sua rotina de treinos pesados, o corpo esculpido e os dotes que o consagraram na internet como “muito bem servido”, o baiano de 32 anos teve seu show particular brutalmente interrompido.
Levados para a Central de Flagrantes, Júnior e outro jovem de 23 anos foram autuados por tráfico de drogas, enquanto o terceiro suspeito acabou liberado após depor. Agora, bem longe das telas, dos gemidos e do voyeurismo virtual, o “dotadão da boa terra” segue trancafiado e à disposição da Justiça, provando que nem toda fantasia proibida termina em deleite.
















