Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Na Mira

Policial penal do DF estuprava enteada de 13 anos com permissão da mãe

Preso, servidor foi levado para uma ala onde ex-policiais cumprem pena, no Centro de Internamento e Reeducação (CIR), no complexo da Papuda

05/06/2024 03:30, atualizado 05/06/2024 08:30
Peter Dazeley/Getty Images
Foto colorida de uma cadeira marrom em um fundo verde claro com um ursinho de pelúcia caído - Metrópoles

Um policial penal do Distrito Federal foi condenado a 20 anos de prisão por estupro de vulnerável cometido contra a própria enteada, de 13 anos. Preso, ele vai cumprir pena em regime fechado, após a decisão condenatória cumprida no último domingo (2/6).

A companheira dele também foi condenada a 10 anos de prisão por ter conhecimento sobre os abusos e não ter tomado providências ou denunciado o crime às autoridades. Os estupros teriam ocorrido há cerca de 10 anos, quando a menina tinha 13, e teria durado até ela completar 15.

Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A vítima criou coragem para denunciar os abusos apenas dois anos depois. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou inquérito e indiciou o casal. Após o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) oferecer denúncia, a ação penal teve início.

Encarcerados 

A coluna apurou que o servidor foi levado para uma ala onde ex-policiais cumprem pena, no Centro de Internamento e Reeducação (CIR). Mesmo condenado a duas décadas de prisão, ele ainda pertence aos quadros da Polícia Penal.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Procurada, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seape), informou a situação profissional do policial. ” O servidor já foi afastado das suas funções e foi instaurado processo administrativo, em consonância ao artigo 92 do Código Penal Brasileiro”, disse a pasta em nota.

Já a companheira dele foi isolada em uma cela no Presídio Feminino do DF (PFDF), por ser casada com um policial penal.