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Na Mira

Polícia Civil do DF oficializa mudança na Corregedoria e em delegacias

As mudanças ocorreram depois da prisão preventiva, no sábado (4/11), do ex-delegado-geral da corporação Robson Cândido

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
PCDF - Metrópoles

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) publicou, no Diário Oficial (DODF) desta quinta-feira (16/11), mudanças em cargos de chefia na Corregedoria-Geral da corporação e em algumas delegacias.

Como antecipado pela coluna, alguns dos principais departamentos tiveram trocas, além das chefias na Corregedoria-Geral de Polícia (CGP) e na Assessoria de Comunicação (Ascom).

“São ajustes imprescindíveis para a nova gestão, representando um novo ciclo na PCDF”, afirma o diretor-geral da corporação, delegado José Werick de Carvalho.

Confira os nomes:

  1. O delegado Ecimar Loli deixa a chefia da Delegacia da Criança e Adolescente (DCA I) e assume como corregedor-geral da PCDF;
  2. A delegada Ivone Rosseto assume a função de corregedora-geral-adjunta da Corregedoria-Geral da PCDF;
  3. O delegado Gilberto Gomes Rocha assume a Divisão de Investigação da CGP;
  4. O delegado Lúcio Valente assume a Ascom;
  5. O delegado Gilberto Maranhão assume a chefia da DCA I;
  6. A delegada Waleska Romcy assume como delegada-chefe-adjunta da DCA I;
  7. O delegado Alexandre Ribeiro deixa a chefia da Divisão de Investigação da Corregedoria e assume como diretor-adjunto da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção a Pessoa (CHPP);
  8. O delegado Paulo Francisco deixa Divisão de Repressão a Drogas da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord) e assume a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Decor);
  9. O delegado Gilberto Neves assume a Assessoria do DPC;
  10. O delegado Fábio Santos Souza deixa a assessoria do DPC e assume a Divisão de Repressão às Drogas 3 da Cord.
  11. O delegado Rafael Povoas deixa a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e assume o cargo de assessor da Corregedoria-Geral.

As mudanças ocorreram depois da prisão preventiva, no sábado (4/11), do ex-delegado-geral da corporação Robson Cândido, suspeito de usar a estrutura da PCDF para monitorar uma suposta ex-amante.