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Na Mira

Playboy é preso em prédio de luxo após desviar dinheiro de consignados. Veja vídeo

Duas moradoras do DF caíram no golpe do empréstimo, uma delas perdeu R$ 30 mil. Polícia acredita que número de vítimas é ainda maior

Larice de Paula15/04/2026 12:16
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Reprodução / PCDF
Playboy é preso em prédio de luxo após torrar dinheiro de consignados

Um correspondente bancário que curtia a vida como playboy, ostentando uma vida de luxo após aplicar golpes de empréstimos consignados foi preso nesta quarta-feira (15/4) por policiais civis da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), em um prédio de classe alta em Itapema (SC). Pelo menos duas moradoras do Distrito Federal, tiveram prejuízo superior a R$ 30 mil após caírem no esquema. A investigação aponta que o número de vítimas pode ser ainda muito maior.

Veja momento da prisão: 

As investigações começaram em dezembro de 2025, quando uma das vítimas , moradora de Taguatinga, procurou a delegacia relatando ter recebido uma ligação com uma suposta oferta de empréstimo consignado. No decorrer das apurações, a polícia identificou uma segunda vítima, também do DF, que perdeu R$ 30 mil ao aceitar uma proposta feita pelo suspeito.

Empresa de fachada e disfarce de operador bancário

De acordo com a investigação, o golpista formalizava o contrato após a vítima demonstrar interesse  e ela recebia o valor do empréstimo consignado em conta bancária. Porém, a quantia depositada seria inferior ao combinado previamente. A estratégia era induzir as vítimas a realizar o estorno dos valores que iriam direto para a conta da empresa de fachada do suspeito.

Ao questionar o suposto erro na operação, a vítima era orientada, pelo próprio golpista, a devolver o dinheiro para que o valor correto fosse liberado.

Alguns prints das conversas: 

Playboy é preso em prédio de luxo após desviar dinheiro de consignados - destaque galeria
3 imagens
O valor que a vítima "acordou" com o golpista
Avisando que o valor estava errado
Mensagem do golpista sobre o estorno
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Mensagem do golpista sobre o estorno

Imagem cedida ao Metrópoles
O valor que a vítima "acordou" com o golpista
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O valor que a vítima "acordou" com o golpista

Imagem cedida ao Metrópoles
Avisando que o valor estava errado
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Avisando que o valor estava errado

Imagem cedida ao Metrópoles

Depois da transferência, no entanto, o suspeito desaparecia e cessava qualquer contato, deixando as vítimas no prejuízo.

A Polícia Civil apurou que o investigado se fazia passar por operador bancário de diversas instituições financeiras e também se apresentava como correspondente de Fintechs (startups de tecnologia). Segundo a investigação, o golpista chegou a abrir uma financeira própria para dar aparência de legalidade ao esquema.

O suspeito responderá por estelionato, na modalidade de fraude eletrônica, e permanece à disposição da Justiça.