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Playboy é preso em prédio de luxo após desviar dinheiro de consignados. Veja vídeo
Duas moradoras do DF caíram no golpe do empréstimo, uma delas perdeu R$ 30 mil. Polícia acredita que número de vítimas é ainda maior
atualizado
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Um correspondente bancário que curtia a vida como playboy, ostentando uma vida de luxo após aplicar golpes de empréstimos consignados foi preso nesta quarta-feira (15/4) por policiais civis da 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte), em um prédio de classe alta em Itapema (SC). Pelo menos duas moradoras do Distrito Federal, tiveram prejuízo superior a R$ 30 mil após caírem no esquema. A investigação aponta que o número de vítimas pode ser ainda muito maior.
Veja momento da prisão:
As investigações começaram em dezembro de 2025, quando uma das vítimas , moradora de Taguatinga, procurou a delegacia relatando ter recebido uma ligação com uma suposta oferta de empréstimo consignado. No decorrer das apurações, a polícia identificou uma segunda vítima, também do DF, que perdeu R$ 30 mil ao aceitar uma proposta feita pelo suspeito.
Empresa de fachada e disfarce de operador bancário
De acordo com a investigação, o golpista formalizava o contrato após a vítima demonstrar interesse e ela recebia o valor do empréstimo consignado em conta bancária. Porém, a quantia depositada seria inferior ao combinado previamente. A estratégia era induzir as vítimas a realizar o estorno dos valores que iriam direto para a conta da empresa de fachada do suspeito.
Ao questionar o suposto erro na operação, a vítima era orientada, pelo próprio golpista, a devolver o dinheiro para que o valor correto fosse liberado.
Alguns prints das conversas:
Depois da transferência, no entanto, o suspeito desaparecia e cessava qualquer contato, deixando as vítimas no prejuízo.
A Polícia Civil apurou que o investigado se fazia passar por operador bancário de diversas instituições financeiras e também se apresentava como correspondente de Fintechs (startups de tecnologia). Segundo a investigação, o golpista chegou a abrir uma financeira própria para dar aparência de legalidade ao esquema.
O suspeito responderá por estelionato, na modalidade de fraude eletrônica, e permanece à disposição da Justiça.






