Na Mira

Picaretagem: mãe e filha lucram R$ 500 mil com “golpe da terra”

As picaretas procuravam propriedades rurais à venda e, após fechar o negócio, inventavam despesas referentes ao georreferenciamento da área

atualizado

metropoles.com

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Brasília (DF), 25/03/2021 A pandemia para os pequenos produtores Local: Assentamento do Incra em Brazlândia Foto: Hugo Barreto/Metrópoles
1 de 1 Brasília (DF), 25/03/2021 A pandemia para os pequenos produtores Local: Assentamento do Incra em Brazlândia Foto: Hugo Barreto/Metrópoles - Foto: null

Audaciosas, com lábia afiada e sem qualquer remorso, mãe e filha se uniram para aplicar uma onda de golpes contra proprietários rurais do Distrito Federal.

Na manhã desta quinta-feira (17/7), policiais civis da 18ª Delegacia de Polícia (Brazlândia) prenderam preventivamente as duas golpistas suspeitas de embolarem, pelo menos, R$ 500 mil com os esquemas fraudulentos.

De acordo com as investigações, mãe e filha se especializaram em enganar pequenos proprietários rurais, passando-se por compradoras de terras.

Imagens da operação:

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Policiais civis apuraram que mãe e filha se especializaram em enganar pequenos proprietários rurais, passando-se por compradoras de terras
Operação realizada por policiais civis da 18ª DP (Brazlândia)
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Operação realizada por policiais civis da 18ª DP (Brazlândia)

Reprodução / PCDF
Policiais civis apuraram que mãe e filha se especializaram em enganar pequenos proprietários rurais, passando-se por compradoras de terras
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Policiais civis apuraram que mãe e filha se especializaram em enganar pequenos proprietários rurais, passando-se por compradoras de terras

Reprodução / PCDF

Elas procuravam propriedades rurais à venda e, após fechar o negócio, inventavam despesas referentes ao georreferenciamento da área e à entrada do dinheiro no país – segundo a dupla, o dinheiro estaria depositado em Zurique, na Suíça.

Essas despesas eram cobradas dos proprietários, como condição para o pagamento da terra. Após os proprietários depositarem o dinheiro, a dupla desistia do negócio e não restituía os valores aos proprietários.

Entre maio de 2024 e abril de 2025, as duas mulheres fizeram três vítimas em Brazlândia, duas em Vicente Pires e uma em Ceilândia, recebendo vantagem ilícita de R$ 500 mil. Um único proprietário rural de Brazlândia pagou à dupla R$ 320 mil.

Uma das presas já havia sido condenada em 2019 por crimes de estelionato e falsidade ideológica, ocorridos em Ceilândia.

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