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Na Mira

PF prende "Flamengo", líder de uma das maiores milícias do Rio

Segundo a PF, preso responde pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo e pode ser condenado a 20 anos de prisão

30/08/2023 22:07, atualizado 30/08/2023 22:18
Reprodução / Redes sociais
Miliciano - Metrópoles

A Polícia Federal (PF) prendeu Peterson Luiz de Almeida, de 33 anos, um dos líderes de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (30/8). O criminoso é conhecido como “Flamengo”. A ação foi deflagrada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Gaeco do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

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Preso responde pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo
Peterson faz parte de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro
PF prende miliciano líder de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro
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PF prende miliciano líder de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro

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Preso responde pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo
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Preso responde pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo

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Peterson faz parte de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro
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Peterson faz parte de uma das maiores milícias do Rio de Janeiro

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Peterson é uma das lideranças da milícia atuante nos bairros de Sepetiba e Nova Sepetiba, que atualmente domina os territórios da Zona Oeste da cidade. O miliciano responde pelos crimes de milícia privada e comércio ilegal de arma de fogo. Se somadas, as penas máximas podem atingir os 20 anos de prisão.

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O mandado de prisão temporária foi expedido pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). O miliciano foi preso na Rodovia Presidente Dutra, na altura do município de Paracambi, Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

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O miliciano foi conduzido à Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro. Na sequência, segue para o sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Operação Dinastia

A participação do preso na organização criminosa foi comprovada a partir de provas colhidas na Operação Dinastia, deflagrada pela PF e o Gaeco, em agosto de 2022, justamente para desarticular o mesmo grupo miliciano.

A operação resultou na expedição de 23 mandados de prisão temporária contra suspeitos. Os investigados são acusados de praticar os crimes de organização criminosa, tráfico de armas de fogo e munições, além de extorsão e corrupção.